<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Wagner Elias - Think Security First &#187; Security Assessment</title>
	<atom:link href="http://wagnerelias.com/category/security-assessment/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://wagnerelias.com</link>
	<description>BCP, BIA, DRP, Security Assessment, Risk Assessment, Security Developer</description>
	<lastBuildDate>Tue, 18 Oct 2011 04:11:53 +0000</lastBuildDate>
	<language>en</language>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
			<item>
		<title>OSSTMM e ISO/IEC 15.408 dois problemas que nós mesmos criamos</title>
		<link>http://wagnerelias.com/2010/08/24/osstmm-e-isoiec-15-408-dois-problemas-que-nos-mesmos-criamos/</link>
		<comments>http://wagnerelias.com/2010/08/24/osstmm-e-isoiec-15-408-dois-problemas-que-nos-mesmos-criamos/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 24 Aug 2010 13:05:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Elias Wagner</dc:creator>
				<category><![CDATA[Diversos]]></category>
		<category><![CDATA[Security Assessment]]></category>
		<category><![CDATA[Security Developer]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://wagnerelias.com/2010/08/24/osstmm-e-isoiec-15-408-dois-problemas-que-nos-mesmos-criamos/</guid>
		<description><![CDATA[Como assim problemas? OSSTMM é a metodologia referência para Penetration Test e a ISO/IEC 15.408 é a referência para segurança em desenvolvimento de software.MENTIRA! Mas como, se muitos profissionais da área afirmam que este é o caminho? Exatamente por isto que eu credito este problema a nós mesmos profissionais que atuamos na área. Hoje a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Como assim problemas? OSSTMM é a metodologia referência para Penetration Test e a ISO/IEC 15.408 é a referência para segurança em desenvolvimento de software.<br /><big></big><big></big><big><b><br />MENTIRA!</b></big></p>
<p>Mas como, se muitos profissionais da área afirmam que este é o caminho? Exatamente por isto que eu credito este problema a nós mesmos profissionais que atuamos na área.</p>
<p>Hoje a maioria dos clientes coloca como critério para projetos de segurança em desenvolvimento a aderência a ISO/IEC 15408 e para Penetration Test a utilização de alguma metodologia como OSSTMM. Colocam porque durante anos os profissionais pregaram e divulgaram tais informações. O pior, na grande maioria das vezes quem divulga nunca aplicou e muitas vezes se quer conhece o padrão. Muitos profissionais amparam todo o seu discurso, argumentos em chavões, mentiras ditas tantas vezes que acabam virando verdade. </p>
<p><b>Por que OSSTMM não é referência para Penetration Test?<br /></b><br />O primeiro grande desafio é ter o documento completo, a OSSTMM está em desenvolvimento há anos e nunca se teve conhecimento de toda metodologia, abordagem proposta. Todo o desenvolvimento é baseado em puro marketing, mesmo pagando a taxa pelo suposto método completo, ele sempre está incompleto e em desenvolvimento. E vou falar, eles sofrem de um problema sério de falta de produtividade, este cenário permanece por anos.</p>
<p>Bom, vamos falar da parte que existe. A documentação não apresenta fases que sejam viáveis para um Penetration Test, ele apresenta um número grande de coisas que devem ser analisadas e não passa disto. Um outro ponto que é difícil de se implementar na prática é uma abordagem quantitativa chamada rav. Esta abordagem prevê que seja analisado os controles e pontuado de acordo com um critério que, após o cálculo usando a fórmula apresentada, irá determinar uma pontuação ao ambiente. De acordo com a pontuação o ambiente é considerado mais ou menos seguro.</p>
<p>Abordagem quantitativas são a eterna busca de gestores na área de tecnologia, busca louvável, mas em Penetration Test isto é ineficaz e inútil. Sim, o propósito de um Penetration Test é identificar fragilidades que possam levar ao comprometimento do ambiente e não ser uma análise de riscos. A análise do Penetration Test irá apresentar uma análise qualitativa e servirá como uma das n variáveis de uma análise de riscos quantitativa. Está análise irá determinar qual o controle deve ou não ser implementado de acordo com o risco associado ao ambiente e o custo envolvido na solução versus o impacto que pode causar no ambiente.</p>
<p>Resumindo, OSSTMM não pode servir de referência para realização de um Penetration Test. O profissional que executa estes projetos com freqüência desenvolve seu próprio método levando em consideração as características do mercado que atua e a necessidade de organizar e apresentar os resultados esperados pelo cliente. Já escrevi algumas <a href="http://wagnerelias.com/2008/06/12/pen-test-e-metodologias/"><b>idéias sobre metodologia em Penetration Test</b></a> e também recomendo a leitura do <a href="http://wagnerelias.com/2007/11/14/metodologia-para-pentest/"><b>documento SP 800-115 (Thecnical Guide to Security Testing) do NIST.</b></a></p>
<p><b>Por que a ISO/IEC 15.408 não é referência para segurança em desenvolvimento?<br /></b><br />Existem vários motivos que levam ao entendimento claro de que a ISO/IEC 15.408 ou Commom Criteria não é para segurança em desenvolvimento, mas o <a href="http://twitter.com/gfonseca_"><b>Geraldo Fonseca no Twitter</b></a> deu uma descrição breve e que para mim é perfeita: </p>
<blockquote><p>"@gfonseca_&nbsp; @welias&nbsp; cc/15408 é framework de avaliação, não de desenvolvimento. É para avaliar o "fato consumado", e não para ajudar a criar algo seguro."</p></blockquote>
<p>É exatamente isto, ela não propõe ou valida nenhum método para se conseguir chegar ao desenvolvimento de um código seguro. Ela apresenta apenas alguns critérios que um produto de software deve ter para que possa ser acreditado por laboratórios credenciados. Define características que um software deve ter. Mas como eu chego lá? Procuro lá na ISO/IEC 15.408 e me diz. </p>
<p>Bom, se você leu pode responder que ela não apresenta nada disto. Para se conseguir um software seguro é preciso ter um processo maduro e implementar práticas de segurança em código, testes e principalmente um trabalho de conscientização e treinamento dos profissionais envolvidos.&nbsp; </p>
<p>Um <a href="http://blogs.technet.com/b/fcima/archive/2007/09/15/relat-rio-state-of-the-art-of-software-security-assurance.aspx"><b>post do Fernando Cima comenta sobre o relatório "State of the Art of Software Security Assurance" do Departamento de Defesa americano e o papel da ISO/IEC 15.408</b></a>. Eu também escrevi um <a href="http://www.issabrasil.org/wp-content/uploads/2008/10/antebellum006.pdf"><b>artigo para revista da ISSA.</b></a></p>
<p>Não que eu queira jogar uma <a href="http://wagnerelias.com/2010/07/19/o-obvio-ululante/"><b>bomba de fumaça</b></a>, mas é necessário orientar as pessoas, pesquise neste cara <a href="http://www.google.com"><b>aqui</b></a> e verifique se você encontra alguma referência internacional que associe o uso da ISO/IEC 15.408 como base para desenvolvimento seguro. </p>
<p>Pesquisou? Pois é, não encontrou nada. </p>
<p>Agora procura em português. Bingo! Existem várias citações a ISO/IEC 15.408 para desenvolvimento seguro. Este "fenômeno" eu credito a este livro: <a href="http://www.elsevier.com.br/site/produtos/Detalhe-produto.aspx?tid=1329&amp;seg=6&amp;isbn=9788535210958&amp;cat=283"><b>SEGURANÇA NO DESENVOLVIMENTO DE SOFTWARE</b></a></p>
<p>Mas o propósito do livro é claro: Como desenvolver sistemas seguros e <b>AVALIAR A SEGURANÇA DE APLICAÇÕES DESENVOLVIDAS COM BASE NA ISO 15.408</b></p>
<p>Ah! Ai é outra história! A maioria das pessoas virá especialista apenas lendo a capa de um livro, ou no melhor dos casos, fazendo como o Pateta do Walt Disney que lê o início e o fim do livro.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://wagnerelias.com/2010/08/24/osstmm-e-isoiec-15-408-dois-problemas-que-nos-mesmos-criamos/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>4</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Pen-test não morre não, fiquem tranquilos!</title>
		<link>http://wagnerelias.com/2008/12/29/pen-test-nao-morre-nao-fiquem-tranquilos/</link>
		<comments>http://wagnerelias.com/2008/12/29/pen-test-nao-morre-nao-fiquem-tranquilos/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 29 Dec 2008 19:56:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Elias Wagner</dc:creator>
				<category><![CDATA[Diversos]]></category>
		<category><![CDATA[Security Assessment]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://wagnerelias.com/2008/12/29/pen-test-nao-morre-nao-fiquem-tranquilos/</guid>
		<description><![CDATA[No início de Dezembro Brian Chess co-fundador da Fortify escreveu um artigo para o portal CSO Online com o seguinte título: Penetration Testing: Dead in 2009. Como o título foi extremamente sensacionalista e na minha opinião, as declarações de Chess foram bastante parciais em favor do produto/negócio da Fortify, as interpretações não foram as melhores. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>No início de Dezembro Brian Chess co-fundador da <a href="https://www.fortify.com"><strong>Fortify</strong></a> escreveu um artigo para o portal CSO Online com o seguinte título: <a href="http://www.csoonline.com/article/468766/Penetration_Testing_Dead_in_&amp;usg=ALkJrhgoikV8ooxvD-8xVgknrVqcEz_uzQ"><strong>Penetration Testing: Dead in 2009</strong></a>.</p>
<p>Como o título foi extremamente sensacionalista e na minha opinião, as declarações de Chess foram bastante parciais em favor do produto/negócio da Fortify, as interpretações não foram as melhores.</p>
<p>Ivan Arce CTO da <a href="http://www.coresecurity.com/"><strong>Core Security</strong></a> escreveu um outro artigo para o mesmo portal com o título: <a href="http://www.csoonline.com/article/470584/Twelve_Reasons_Pen_Testing_Won_t_Die&amp;usg=ALkJrhhs1gy-QF4Zw7wEaud9HUQjEKv17Q"><strong>Twelve Reasons Pen Testing Won't Die</strong></a></p>
<p>Neste artigo Arce "contra-ataca" Chess e faz uma brincadeira criando o acrônimo, SISSP (School of Information Systems Security Prophets) e descreve de forma muito clara inúmeros motivos para se realizar testes de segurança (pen-tests).</p>
<p>No maior estilo <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Arthur_Schopenhauer"><strong>Schopenhauer</strong></a>, Chess, escreveu outro post no blog da Fortify: <a href="http://blog.fortify.com/blog/fortify/2008/12/15/Penetration-Testing-is-Dead-Long-Live-Penetration-Testing&amp;usg=ALkJrhjB2LSFOIwhCXK8VuB8CcHihZB_0g"><strong>Penetration Testing is Dead, Long Live Penetration Testing</strong></a></p>
<p>A minha opinião sobre esta novela toda é: Muda-se o nome, muda-se a "roupagem" mas os testes de segurança sempre deverão ser feitos. Afinal, como será garantido que os produtos mesmo após um bom SDL (secure Development Lifecycle) são realmente seguros como deveriam ser? Como diria <a href="http://blogs.msdn.com/michael_howard/"><strong>Michael Howard</strong></a>: "Ou você testa ou alguém ira testar por você".</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://wagnerelias.com/2008/12/29/pen-test-nao-morre-nao-fiquem-tranquilos/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>1</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Pen-test by Adobe or Office</title>
		<link>http://wagnerelias.com/2008/11/26/pen-test-by-adobe-or-office/</link>
		<comments>http://wagnerelias.com/2008/11/26/pen-test-by-adobe-or-office/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 27 Nov 2008 01:10:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Elias Wagner</dc:creator>
				<category><![CDATA[Security Assessment]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://wagnerelias.com/2008/11/26/pen-test-by-adobe-or-office/</guid>
		<description><![CDATA[Uma prática horrível invadiu o mercado de pen-test, se é que podemos chamar isso de prática. A técnica consiste no envio de arquivos do office ou arquivos pdf com algum tipo de backdoor. Utilizando pura e simplesmente de engenharia social a empresa contratada para testar os controles de segurança envia um arquivo malicioso que, pode [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Uma prática horrível invadiu o mercado de pen-test, se é que podemos chamar isso de prática. A técnica consiste no envio de arquivos do office ou arquivos pdf com algum tipo de backdoor. Utilizando pura e simplesmente de engenharia social a empresa contratada para testar os controles de segurança envia um arquivo malicioso que, pode ser um currículo em pdf para o RH. Naturalmente alguém irá abrir o arquivo, e após isso é "OWNADO" e o FUD começa, direito a filme e tudo.</p>
<p>Pergunta: que controle você testou com isso? Você apenas irá saber que precisa de uma campanha de conscientização, não terá nenhum tipo de validação dos controles de perímetro da sua rede.</p>
<div align="center"><img style="max-width: 800px;" src="http://wagnerelias.com/wp-content/uploads/2008/11/monkey.jpg" /></p>
</div>
<p>Testes como esse podem ser usados para testar o nível de conscientização de seus usuários, mas nunca como ferramenta de avaliação de controles técnicos. E lamentavelmente muitos acham isso a última maravilha do mercado de segurança, pois, saibam todos que a técnica já não tinha nada complicado e agora ficou mais prático e banal com a implementação desta feature no metasploit 3.2. vejam os exemplos a seguir:</p>
<p><b><a href="http://carnal0wnage.blogspot.com/2008/11/metasploit-adobe-utilprintf-client-side.html">Criando um pdf com backdoor</a><br /></b><br /><b><a href="http://blogs.securiteam.com/index.php/archives/1161">Criando um arquivo do word com backdoor</a><br /></b><br />Agora faça o seguinte, procure profissionais sérios e competentes para testar seus controles de segurança, não aceite qualquer coisa.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://wagnerelias.com/2008/11/26/pen-test-by-adobe-or-office/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>10</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>IP (Internet Protocol) Security Assessment</title>
		<link>http://wagnerelias.com/2008/08/18/ip-internet-protocol-security-assessment/</link>
		<comments>http://wagnerelias.com/2008/08/18/ip-internet-protocol-security-assessment/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 18 Aug 2008 22:13:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Elias Wagner</dc:creator>
				<category><![CDATA[Security Assessment]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://wagnerelias.com/2008/08/18/ip-internet-protocol-security-assessment/</guid>
		<description><![CDATA[O CPNI (Centre for the Protection of National Infrastucture) do Reino Unido acaba de lançar um Guideline para análise de segurança no protocolo IP (Security Assessment of the internet Protocol). O guide além de detalhar o funcionamento do protocolo, demonstra características que tornam o protocolo inseguro. Além deste guide outros paper/guides podem ser acessado aqui.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O CPNI (Centre for the Protection of National Infrastucture) do Reino Unido acaba de lançar um Guideline para análise de segurança no protocolo IP (<a href="http://www.cpni.gov.uk/Products/technicalnotes/3677.aspx"><b>Security Assessment of the internet Protocol</b></a>). O guide além de detalhar o funcionamento do protocolo, demonstra características que tornam o protocolo inseguro.</p>
<p>Além deste guide outros paper/guides podem ser acessado <a href="http://www.cpni.gov.uk/Products/bestpractice/goodpracticearchive.aspx"><b>aqui</b></a>.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://wagnerelias.com/2008/08/18/ip-internet-protocol-security-assessment/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Falha em DNS ilustrada</title>
		<link>http://wagnerelias.com/2008/08/16/falha-em-dns-ilustrada/</link>
		<comments>http://wagnerelias.com/2008/08/16/falha-em-dns-ilustrada/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 16 Aug 2008 16:57:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Elias Wagner</dc:creator>
				<category><![CDATA[Security Assessment]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://wagnerelias.com/?p=444</guid>
		<description><![CDATA[Passado o "vuco-vuco" e a apresentação do Dan Kaminsky sobre a falha crítica em implementações de DNS, foi lançado um guia ilustrado demonstrando características do DNS e explicando a falha. Excelente material, esse guia se junta a outro material excelente sobre  IPsec.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Passado o "vuco-vuco" e a apresentação do Dan Kaminsky sobre a falha crítica em implementações de DNS, foi lançado um <a href="http://www.unixwiz.net/techtips/iguide-kaminsky-dns-vuln.html"><strong>guia ilustrado demonstrando características do DNS e explicando a falha.</strong></a></p>
<p><a href="http://wagnerelias.com/wp-content/uploads/2008/08/badguy-intercept-dns.gif"><img class="aligncenter size-full wp-image-440" title="badguy-intercept-dns" src="http://wagnerelias.com/wp-content/uploads/2008/08/badguy-intercept-dns.gif" alt="" width="460" height="460" border="0"/></a><br />
Excelente material, esse guia se junta a outro <a href="http://www.unixwiz.net/techtips/iguide-ipsec.html"><strong>material excelente sobre  IPsec.</strong></a></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://wagnerelias.com/2008/08/16/falha-em-dns-ilustrada/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>3</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Wireshark University</title>
		<link>http://wagnerelias.com/2008/07/19/wireshark-university/</link>
		<comments>http://wagnerelias.com/2008/07/19/wireshark-university/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 19 Jul 2008 17:37:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Elias Wagner</dc:creator>
				<category><![CDATA[Security Assessment]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://wagnerelias.com/2008/07/19/wireshark-university/</guid>
		<description><![CDATA[Foi lançado recentemente uma certificação para quem utiliza o Wireshark. O Wireshark University é uma iniciativa da Laura Chappell (aquela mesma dos brincos USB). No site da Wireshark University você pode saber mais sobre a iniciativa e comprar os DVDs que são base para a preparação. Além deste conteúdo, é possível acessar gratuitamente uma série [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Foi lançado recentemente uma certificação para quem utiliza o Wireshark. O Wireshark University é uma iniciativa da Laura Chappell (<a href="http://wnews.uol.com.br/site/noticias/materia_especial.php?id_secao=17&amp;id_conteudo=505&amp;id_coluna=10"><strong>aquela mesma dos brincos USB</strong></a>).</p>
<p>No site da<strong> <a href="http://www.wiresharktraining.com/">Wireshark University</a></strong> você pode saber mais sobre a iniciativa e comprar os DVDs que são base para a preparação.</p>
<p>Além deste conteúdo, é possível acessar gratuitamente uma série de <a href="http://www.wiresharktraining.com/resources.html"><strong>paper e vídeos no próprio site.</strong></a></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://wagnerelias.com/2008/07/19/wireshark-university/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Cisco IOS Rootkit [Fix]</title>
		<link>http://wagnerelias.com/2008/06/23/cisco-ios-rootkit-fix/</link>
		<comments>http://wagnerelias.com/2008/06/23/cisco-ios-rootkit-fix/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 23 Jun 2008 15:12:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Elias Wagner</dc:creator>
				<category><![CDATA[Security Assessment]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://wagnerelias.com/2008/06/23/cisco-ios-rootkit-fix/</guid>
		<description><![CDATA[Recentemente o pesquisador Sebastian Muniz da Core Security falou na EuSecWest Conference sobre o desenvolvimento de Rootkits para o Cisco IOS. A notícia foi dado com um certo alarde pelas comunidades de segurança. A Cisco divulgou um documento sobre como tratar esta possibilidade de infecção por um Rootkit. O paper basicamente trata de boas práticas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Recentemente o pesquisador Sebastian Muniz da Core Security <b><a href="http://www.networkworld.com/news/2008/051408-hacker-writes-rootkit-for-ciscos.html">falou na EuSecWest Conference sobre o desenvolvimento de Rootkits para o Cisco IOS</a></b>.</p>
<p>A notícia foi dado com um certo alarde pelas comunidades de segurança. <a href="http://www.cisco.com/warp/public/707/cisco-sr-20080516-rootkits.shtml"><b>A Cisco divulgou um documento sobre como tratar esta possibilidade de infecção por um Rootkit.</b></a></p>
<p>O paper basicamente trata de boas práticas de hardening (Controle de Acesso, Logs, etc...) e obviamente fala da utilização de hash para validação de integridade do IOS. Vale a leitura.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://wagnerelias.com/2008/06/23/cisco-ios-rootkit-fix/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>1</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Pen-test e metodologias</title>
		<link>http://wagnerelias.com/2008/06/12/pen-test-e-metodologias/</link>
		<comments>http://wagnerelias.com/2008/06/12/pen-test-e-metodologias/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 12 Jun 2008 22:59:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Elias Wagner</dc:creator>
				<category><![CDATA[Security Assessment]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://wagnerelias.com/?p=410</guid>
		<description><![CDATA[Qualquer atividade com certa complexidade e que envolva um conjunto de atividades que devem ser executadas de forma estruturada para que se alcance o objetivo desejado, necessita de um método claro e documentado. Muitos profissionais citam alguns pontos negativos da utilização de uma metodologia: Um método previamente descrito limita as ações/técnicas do analista; Teste de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Qualquer atividade com certa complexidade e que envolva um conjunto de atividades que devem ser executadas de forma estruturada para que se alcance o objetivo desejado, necessita de um método claro e documentado.</p>
<p>Muitos profissionais citam alguns pontos negativos da utilização de uma metodologia:</p>
<ul>
<li>Um método previamente descrito limita as ações/técnicas do analista;</li>
<li>Teste de intrusão é uma arte e não uma prática;</li>
</ul>
<p>Eu vejo um certo desconhecimento do que é metodologia quando vejo citações como essa. Afinal, metodologia não é instrução de trabalho e sim uma descrição dos métodos para chegar aos resultados.</p>
<p><strong>O que são métodos?<br />
</strong></p>
<blockquote><p>“A palavra método vem do grego méthodos, (caminho para chegar a um fim). O método científico é um conjunto de regras básicas para desenvolver uma experiência a fim de produzir novo conhecimento, bem como corrigir e integrar conhecimentos pré-existentes. Na maioria das disciplinas científicas consiste em juntar evidências observáveis, empíricas (ou seja, baseadas apenas na experiência) e mensuráveis e as analisar com o uso da lógica. Para muitos autores o método científico nada mais é do que a lógica aplicada à ciência (Haddad).<br />
Metodologia literalmente refere-se ao estudo dos métodos e, especialmente, do método da ciência, que se supõe universal. Embora procedimentos variem de uma área da ciência para outra (as disciplinas científicas), diferenciadas por seus distintos objetos de estudo, consegue-se determinar certos elementos que diferenciam o método científico de outros métodos (filosófico, algoritmo – matemático, etc.).”<br />
<strong>Fonte:</strong> <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/M%C3%A9todo_cient%C3%ADfico">Wikipedia</a></p></blockquote>
<p><strong>Para que serve a Instrução de Trabalho?</strong></p>
<blockquote><p>“a mesma tem como função básica definir todo o funcionamento de um processo, para que os envolvidos entendam o mesmo de um forma só, considerando que todas as suas etapas são fundamentais, e quando no caso de uma auditoria o mesmo tenha os seus processos definidos e documentados e sendo o mesmo deverá realizar através de inspeção e ou auditoria interna se o mesmo processo atende o documento elaborado ou vice e versa.”<br />
<strong>Fonte:</strong> <a href="http://www.iso9001brasil.blogspot.com/2008/03/instruo-de-trabalho.html">ISO 9001</a></p></blockquote>
<p>Esclarecendo este ponto, fica claro que um pen-test necessita sim de uma metodologia clara. Os seguintes pontos podem estar descritos na metodologia:</p>
<ul>
<li>Quais as etapas serão seguidas para atingir o resultado;</li>
<li>Qual o papel de cada analista no processo;</li>
<li>Como será manuseada e armazenada as informações do cliente;</li>
<li>Como será divulgada informações confidenciais que forem identificadas;</li>
</ul>
<p>Ao contrário de que alguns pregam, metodologia não é diferencial é obrigação, exija sempre que contratar um serviço de consultoria.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://wagnerelias.com/2008/06/12/pen-test-e-metodologias/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Leopard Security Config</title>
		<link>http://wagnerelias.com/2008/06/09/leopard-security-config/</link>
		<comments>http://wagnerelias.com/2008/06/09/leopard-security-config/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 09 Jun 2008 15:35:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Elias Wagner</dc:creator>
				<category><![CDATA[Security Assessment]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://wagnerelias.com/2008/06/09/leopard-security-config/</guid>
		<description><![CDATA[A Apple acaba de lançar um guide sobre configurações de segurança em seu sistema Operacional (Leopard). Bela iniciativa da Apple. Não deixe de conferir mesmo que não seja usuário de Mac, pois o guide tem muitos detalhes e é bastante útil para profissionais de segurança. Leopard Security Config]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A Apple acaba de lançar um guide sobre configurações de segurança em seu sistema Operacional (Leopard). Bela iniciativa da Apple.</p>
<p>Não deixe de conferir mesmo que não seja usuário de Mac, pois o guide tem muitos detalhes e é bastante útil para profissionais de segurança.</p>
<p><a href="http://images.apple.com/server/macosx/docs/Leopard_Security_Config_20080530.pdf"><b>Leopard Security Config</b></a></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://wagnerelias.com/2008/06/09/leopard-security-config/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>RFID Vírus</title>
		<link>http://wagnerelias.com/2008/05/27/rfid-virus/</link>
		<comments>http://wagnerelias.com/2008/05/27/rfid-virus/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 28 May 2008 01:48:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Elias Wagner</dc:creator>
				<category><![CDATA[Security Assessment]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://wagnerelias.com/2008/05/27/rfid-virus/</guid>
		<description><![CDATA[A possibilidade de explorar falhas na arquitetura, implementação de RFID não é novidade, agora o que a Universidade de Vrije em Amsterdam estão divulgando são informações, estudos, sobre o desenvolvimento de vírus para RFID. Um dos participantes dos estudos é o Andrew S. Tanembaum, aquele mesmo das discussões com Linus Torvalds e que conhece um [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A possibilidade de explorar falhas na arquitetura, implementação de RFID não é novidade, agora o que a Universidade de Vrije em Amsterdam estão divulgando são informações, estudos, sobre o desenvolvimento de vírus para RFID.</p>
<p>Um dos participantes dos estudos é o Andrew S. Tanembaum, aquele mesmo das <a href="http://www.oreilly.com/catalog/opensources/book/appa.html"><strong>discussões com Linus Torvalds</strong></a> e que conhece um pouco de <a href="http://www.submarino.com.br/books_productdetails.asp?Query=ProductPage&amp;ProdTypeId=1&amp;ProdId=132166&amp;ST=SR"><strong>Sistemas Operacionais</strong></a>.</p>
<p><a href="http://www.rfidvirus.org/"><strong>No site</strong></a> é possível conhecer um pouco sobre RFID e ter acesso a informações de como <a href="http://www.rfidvirus.org/virus.html"><strong>escrever vírus para RFID</strong></a>.</p>
<p><strong>[UPDATE] </strong>Meu amigo Lucas também escreveu sobre o tema, <a href="http://blog.sapao.net/2008/05/vrus-em-rfids.html"><strong>recomendo a leitura.</strong></a></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://wagnerelias.com/2008/05/27/rfid-virus/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Hacker Safe?</title>
		<link>http://wagnerelias.com/2008/05/15/hacker-safe/</link>
		<comments>http://wagnerelias.com/2008/05/15/hacker-safe/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 15 May 2008 22:05:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Elias Wagner</dc:creator>
				<category><![CDATA[Security Assessment]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://wagnerelias.com/2008/05/15/hacker-safe/</guid>
		<description><![CDATA[Eu acho extremamente apelativas e sem nexo iniciativas como a Hacker Safe da McAfee. Uma pena que muitos C-Levels achem interessante deixar sua marca/negócio exposto desta maneira. Colocar um selo dizendo que seu site é seguro porque está sendo monitorado por um grande player é um tremendo chamariz. Dêem uma olhada neste vídeo.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Eu acho extremamente apelativas e sem nexo iniciativas como a <a href="http://www.mcafeesecure.com/us/"><strong>Hacker Safe da McAfee.</strong></a></p>
<p>Uma pena que muitos C-Levels achem interessante deixar sua marca/negócio exposto desta maneira. Colocar um selo dizendo que seu site é seguro porque está sendo monitorado por um grande player é um tremendo chamariz.</p>
<p>Dêem uma olhada <a href="http://holisticinfosec.org/video/HS_ISSA/ISSA_Regional_HackerSafe.html"><strong>neste vídeo</strong></a>.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://wagnerelias.com/2008/05/15/hacker-safe/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>USB Insecurity</title>
		<link>http://wagnerelias.com/2007/12/15/usb-insecurity/</link>
		<comments>http://wagnerelias.com/2007/12/15/usb-insecurity/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 15 Dec 2007 16:42:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Elias Wagner</dc:creator>
				<category><![CDATA[Security Assessment]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://wagnerelias.com/2007/12/15/usb-insecurity/</guid>
		<description><![CDATA[Um assunto comum entre profissionais de segurança recentemente é a disponibilização ou não, de acesso a porta USB de computadores corporativos. Com acesso USB pode se conectar desde de dispositivos de mass storage (pendrive), até periféricos como impressoras. O problema é que através deste recurso pode-se roubar informações, conectar dispositivos que possam comprometer a segurança [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://wagnerelias.com/wp-content/uploads/2007/12/usbip-design.png" title="USB/IP Project"></a>Um assunto comum entre profissionais de segurança recentemente é a disponibilização ou não, de acesso a porta USB de computadores corporativos. Com acesso USB pode se conectar desde de dispositivos de mass storage (pendrive), até periféricos como impressoras.</p>
<p>O problema é que através deste recurso pode-se roubar informações, conectar dispositivos que possam comprometer a segurança do computador, até dar boot em sistemas operacionais.</p>
<p>Esta breve introdução é apenas para dizer que, se já era necessário atenção quando o acesso a porta era físico, imagine se o recurso for acessado via rede?</p>
<p>É exatamente o que o projeto <a href="http://usbip.sourceforge.net/"><strong>USB/IP Project</strong> </a>se propõe a implementar.</p>
<p align="center"><a href="http://wagnerelias.com/wp-content/uploads/2007/12/usbip-design.png" title="USB/IP Project"><img src="http://wagnerelias.com/wp-content/uploads/2007/12/usbip-design.png" alt="USB/IP Project" /></a></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://wagnerelias.com/2007/12/15/usb-insecurity/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>SCADA Security</title>
		<link>http://wagnerelias.com/2007/12/05/scada-security-2/</link>
		<comments>http://wagnerelias.com/2007/12/05/scada-security-2/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 05 Dec 2007 10:39:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Elias Wagner</dc:creator>
				<category><![CDATA[Security Assessment]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://wagnerelias.com/2007/12/05/scada-security-2/</guid>
		<description><![CDATA[Já não é novidade que eu me interesso por segurança em aplicações SCADA. Sempre que encontro uma notícia eu dou pesquisada para ver se encontro mais informações. O próximo passo é brincar com um simulador, afinal ainda não tive a oportunidade de mexer em um ambiente deste. Se os riscos já são bem divulgados nos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Já não é novidade que eu me interesso por segurança em aplicações SCADA. Sempre que encontro uma notícia eu dou pesquisada para ver se encontro mais informações. O próximo passo é brincar com um simulador, afinal ainda não tive a oportunidade de mexer em um ambiente deste.</p>
<p>Se os riscos já são bem divulgados nos EUA a tendência é aumentar os riscos e a exposição. Encontrei alguns projetos relacionados a SCADA bem interessante.</p>
<p><strong><a href="http://visual.sourceforge.net/new/index.php">1 - Um cliente web para SCADA;</a></strong></p>
<p><strong><a href="http://openscada.org/">2 - Um Scada Open Source;</a></strong></p>
<p><strong><a href="http://scadahoneynet.sourceforge.net/">3 - Uma HoneyNet SCADA;</a></strong></p>
<p><strong><a href="http://scadasafe.sourceforge.net/">4 - Link Encryption para SCADA.</a><br />
</strong><br />
O SCADA trabalha usando usando o protocolo <strong><a href="http://en.wikipedia.org/wiki/DNP3">DNP3</a></strong>. Protocolo que pode trabalhar via TCP/IP.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://wagnerelias.com/2007/12/05/scada-security-2/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>1</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Metodologia para pentest</title>
		<link>http://wagnerelias.com/2007/11/14/metodologia-para-pentest/</link>
		<comments>http://wagnerelias.com/2007/11/14/metodologia-para-pentest/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 14 Nov 2007 20:29:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Elias Wagner</dc:creator>
				<category><![CDATA[Risk Assessment]]></category>
		<category><![CDATA[Security Assessment]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://wagnerelias.com/2007/11/14/metodologia-para-pentest/</guid>
		<description><![CDATA[A prática de análise de vulnerabilidade e/ou pentest em ambientes tecnológicos está longe de ser bem amparada por padrões e metodologias. Existe muito conteúdo disponível mas, no geral os profissionais acabam desenvolvendo um framework próprio com base em documentos como: OWASP Testing Guide; OSSTMM; ISSAF e vários outros documentos disponíveis na internet. Isso profissionais capacitados [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A prática de análise de vulnerabilidade e/ou pentest em ambientes tecnológicos está longe de ser bem amparada por padrões e metodologias. Existe muito conteúdo disponível mas, no geral os profissionais acabam desenvolvendo um framework próprio com base em documentos como: <a href="http://www.owasp.org/index.php/OWASP_Testing_Project"><strong>OWASP Testing Guide</strong></a>; <a href="http://www.osstmm.org/"><strong>OSSTMM</strong></a>; <a href="http://www.oissg.org/issaf"><strong>ISSAF</strong></a> e vários outros documentos disponíveis na internet. Isso profissionais capacitados e com boa experiência, pois, a grande maioria executa como bem entende e sem um método estruturado.</p>
<p>A notícia boa é que o NIST publicou o <a href="http://csrc.nist.gov/publications/PubsDrafts.html#SP800-115"><strong>Technical Guide to Security Testing</strong></a>. O documento está bem estruturado e utilizando todos os documentos citados como referência.</p>
<p>O documento trata desde, fases até ferramentas e cuidados que devem ser tomados por profissionais que desejam realizar testes de segurança em ambientes tecnológicos.</p>
<p>A estrutura do documento é a seguinte:</p>
<blockquote><p>1 - Introdução</p>
<p>2 - Information Security Testing Overview</p>
<p>3 - Review Techniques</p>
<p>4 - Target Identification and Analysis Techniques</p>
<p>5 - Target Vulnerability Validation Techniques</p>
<p>6 - Information Security Test Planning</p>
<p>7 - Security Testing Execution</p>
<p>8 - Post-Testing Activities</p></blockquote>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://wagnerelias.com/2007/11/14/metodologia-para-pentest/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Cyber-Crime</title>
		<link>http://wagnerelias.com/2007/10/23/ciber-crime/</link>
		<comments>http://wagnerelias.com/2007/10/23/ciber-crime/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 23 Oct 2007 14:29:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Elias Wagner</dc:creator>
				<category><![CDATA[Risk Assessment]]></category>
		<category><![CDATA[Security Assessment]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://wagnerelias.com/2007/10/23/ciber-crime/</guid>
		<description><![CDATA[Há algum tempo as notícias relacionadas a Cyber-Crime estão em evidência nas discussões sobre segurança. O foco das discussões são os riscos que sistemas como SCADA (Supervisory Control And Data Acquisition) podem oferecer. Há algum tempo atrás eu escrevi um post sobre as características e vulnerabilidades dos sistemas SCADA. O filme Duro de Matar 4 [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Há algum tempo as notícias relacionadas a Cyber-Crime estão em evidência nas discussões sobre segurança.</p>
<p>O foco das discussões são os riscos que sistemas como SCADA (Supervisory Control And Data Acquisition) podem oferecer. Há algum tempo atrás eu escrevi <a href="http://wagnerelias.com/2006/01/30/scada/" target="_blank"><strong>um post sobre as características e vulnerabilidades dos sistemas SCADA</strong></a>. O filme Duro de Matar 4 trata a briga entre o governo americano e um hacker que é um ex-funcionário do governo que alertou sobre as falhas de segurança nos sistemas e não foi ouvido.</p>
<p><a title="SCADA" href="http://wagnerelias.com/wp-content/uploads/2007/10/scada.jpg"><img src="http://wagnerelias.com/wp-content/uploads/2007/10/scada.jpg" alt="SCADA" /></a></p>
<p>Se já chegou a tela dos cinemas não é de se espantar que os Estados Unidos já possuem áreas e projetos específicos para tratar e responder a incidentes desta natureza.</p>
<p>A <a href="http://www.cnn.com/2007/US/09/26/power.at.risk/index.html" target="_blank"><strong>CNN divulgou um vídeo</strong></a> de uma prova de conceito de um projeto chamado Aurora que é conduzido pelo Laboratório do Departamento de Energia de Idaho e acompanhado pelo departamento de Home Land Security dos Estados Unidos. O vídeo mostra o gerador se agitando e soltando parafusos, após isso a fumaça toma conta do ambiente. Tudo isso foi disparado através de um sistema SCADA.</p>
<p>A boa notícia é que o mesmo laboratório já executa estes testes há anos e o governo americano já possui um <a href="http://sandia.gov/scada/home.htm" target="_blank"><strong>centro de segurança em SCADA no Sandia Labs</strong></a>.</p>
<p>O artigo da CNN gerou uma <a href="http://it.slashdot.org/article.pl?sid=07/09/27/1229230" target="_blank"><strong>discussão no Slashdot</strong></a> que pode ser acompanhada neste link e o site <a href="http://www.tech-faq.com/lang/pt/scada.shtml" target="_blank"><strong>tech-faq dá uma visão geral do que é o SCADA</strong></a>.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://wagnerelias.com/2007/10/23/ciber-crime/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>1</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Personal Information Classification</title>
		<link>http://wagnerelias.com/2007/10/22/personal-information-classification/</link>
		<comments>http://wagnerelias.com/2007/10/22/personal-information-classification/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 22 Oct 2007 22:38:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Elias Wagner</dc:creator>
				<category><![CDATA[Risk Assessment]]></category>
		<category><![CDATA[Security Assessment]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://wagnerelias.com/2007/10/22/personal-information-classification/</guid>
		<description><![CDATA[Estou há algum tempo me organizando e desenvolvendo métodos para classificar e cuidar melhor das informações que eu trabalho e manuseio. A primeira coisa que eu fiz foi criar um volume criptografado para armazenar as informações que eu trabalho. Criptografar os dados foi na verdade a parte mais simples, o que mais deu trabalho foi [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Estou há algum tempo me organizando e desenvolvendo métodos para classificar e cuidar melhor das informações que eu trabalho e manuseio.</p>
<p>A primeira coisa que eu fiz foi criar um volume criptografado para armazenar as informações que eu trabalho. Criptografar os dados foi na verdade a parte mais simples, o que mais deu trabalho foi criar um método para forçar a classificação e armazenamento de forma organizada e segura.</p>
<p>Dentro do volume criptografado eu criei as seguintes pastas:</p>
<blockquote>
<blockquote>
<ul>
<li>Projetos</li>
<li>Desenvolvimento</li>
<li>Comercial</li>
<li>Diversos</li>
</ul>
</blockquote>
</blockquote>
<p>Na pasta projetos eu crio sempre uma pasta para cada projeto que eu estou trabalhando, da seguinte forma:</p>
<blockquote>
<blockquote>
<ul>
<li>Projetos</li>
<li>- Projeto x</li>
<li>- Projeto y</li>
</ul>
</blockquote>
</blockquote>
<p>Na pasta desenvolvimento eu armazeno trabalhos, projetos que eu estou desenvolvendo. Nesta pasta eu também crio subpastas, da seguinte forma:</p>
<blockquote>
<blockquote>
<ul>
<li>Desenvolvimento</li>
<li>- Projeto x</li>
<li>- Projeto y</li>
</ul>
</blockquote>
</blockquote>
<p>Na pasta comercial eu armazeno informações comerciais, de pré-venda que estou trabalhando. Está pasta eu não classifico, pois, após a execução da atividade eu apago e mantenho uma cópia no servidor de arquivos.</p>
<p>Na pasta diversos eu coloco tudo que eu considero informação confidencial mas, não se classifica como as pastas Projetos, Desenvolvimento e Comercial.</p>
<p>Eu procuro não granularizar muito as informações, sempre que eu crio sub, da sub, da sub pasta, eu acabo me enrolando e a coisa não flui. Keep It Simple Stupid!</p>
<p>Para criar o volume criptografado eu uso o TrueCrypt, ferramenta que eu já andei falando por aqui quando descrevi o que eu havia feito no pendrive.</p>
<p>A parte que mais me ajudou na verdade foi uma ferramenta que eu encontrei quando decidi que iria adotar o sistema de tags para os meus arquivos na máquina. A idéia veio porque eu me adaptei e uso muito bem os recursos de tags para o meu repositório de sites favoritos (del.icio.us).</p>
<p><a href="http://wagnerelias.com/wp-content/uploads/2007/10/tag2find.JPG" title="Tag2Find"><img src="http://wagnerelias.com/wp-content/uploads/2007/10/tag2find.JPG" alt="Tag2Find" /></a></p>
<p>Depois de muita pesquisa o LifeHacker acabou me dando a dica que eu precisava. A ferramenta se chama tag2find. A ferramenta possibilita que você crie etiquetas para todos os documentos que você manipular na máquina. Assim eu posso classificar todo arquivo que eu tenho como Restrito, Confidencial ou Público. A ferramenta coloca uma tag com a informação que eu desejar em cada documento, isso me possibilita que eu pesquise e encontre facilmente os documentos classificados.</p>
<p>Feito estes passos o processo já ficou bem mais práticos e usual, mas eu ainda tinha os inúmeros e-mails trocados diariamente e que continham informações que também podem ser críticas e merecem o mesmo tratamento dos outros arquivos.</p>
<p>A solução foi criar a mesma estrutura de pastas do volume criptografado no outlook. Feito isso eu tinha a organização mas os e-mails ainda estavam no meu .pst junto com todos os outros e-mails. Para resolver isso eu configurei para o outlook armazenar diariamente o conteúdo da pasta na respectiva pasta na máquina. Ou seja, todos os dias o conteúdo da pasta projeto do outlook é armazenado na pasta projeto da máquina, pasta esta que está dentro do volume criptografado.</p>
<p><a href="http://wagnerelias.com/wp-content/uploads/2007/10/armazenamentoemail.JPG" title="Armazenamento de E-mails"><img src="http://wagnerelias.com/wp-content/uploads/2007/10/armazenamentoemail.JPG" alt="Armazenamento de E-mails" /></a></p>
<p>Para fechar o processo faltava um backup, para garantir a restauração dos dados caso aconteça algum incidente. Para isso eu usei uma ferramenta simples e que foi indicado pelo meu amigo Ronaldo Monteiro, a ferramenta chama DSynchronize. Eu configurei a ferramenta para sincronizar com o servidor a cada 30 Minutos.</p>
<p><a href="http://wagnerelias.com/wp-content/uploads/2007/10/dsynchroniza.JPG" title="DSynchronize"><img src="http://wagnerelias.com/wp-content/uploads/2007/10/dsynchroniza.JPG" alt="DSynchronize" /></a></p>
<p>Bom, cada um se adapta melhor a um tipo de método, mas esse tem sido bastante prático e as minhas informações e de clientes estão bem tratadas.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://wagnerelias.com/2007/10/22/personal-information-classification/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>2</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Web Scraping and Password Cracking</title>
		<link>http://wagnerelias.com/2007/10/14/web-scraping-and-password-cracking/</link>
		<comments>http://wagnerelias.com/2007/10/14/web-scraping-and-password-cracking/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 15 Oct 2007 02:20:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Elias Wagner</dc:creator>
				<category><![CDATA[Security Assessment]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://wagnerelias.com/2007/10/14/web-scraping-and-password-cracking/</guid>
		<description><![CDATA[Web scraping é uma técnica que consiste em capturar dados, informações de forma automatizada em sites na internet. Alguém lembra do script criado por Kevin Poulsen para procurar profiles de pessoas que poderiam ser pedófilos? Esse é um bom exemplo de web scraping. A técnica de web scraping é geralmente executada utilizando linguagens de script [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Web_scraping" target="_blank">Web scraping</a></strong> é uma técnica que consiste em capturar dados, informações de forma automatizada em sites na internet. Alguém lembra do <strong><a href="http://anchisesbr.blogspot.com/2006/10/segurana-tarados-e-pedfilos-em-sites.html" target="_blank">script criado por Kevin Poulsen</a></strong> para procurar profiles de pessoas que poderiam ser pedófilos? Esse é um bom exemplo de web scraping.</p>
<p>A técnica de web scraping é geralmente executada utilizando linguagens de script (python, bash, perl, etc...). Utilizando <strong><a href="http://www.regular-expressions.info/" target="_blank">expressões regulares</a></strong> é possível capturar dados em sites web facilmente.</p>
<p>Mas o que tem a ver web scraping com password cracking? Todo mundo sabe que além de uma boa ferramenta de ataque de dicionário é importantíssimo uma boa wordlist (lista de palavras). É ai que entra o web scraping, na criação desta wordlist.</p>
<p>Também não é novidade que geralmente os usuários comuns criam senhas associando coisas de seu cotidiano. Pensando nesta características, já pensou o estrago que podemos fazer se criarmos nossos dicionários com base nas informações que as pessoas disponibilizam em sites de redes sociais (orkut, myspace, 1grau, etc...)?</p>
<p>Se você reclama que as wordlists disponiveis na internet são na sua maioria em inglês e não existe wordlist em português, vou dar uma dica! A maioria esmagadora de usuários do orkut são Brasileiros.</p>
<p>Não conhece muitos sites de redes sociais? O wikipedia <strong><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Lista_de_redes_sociais" target="_blank">dá uma forcinha</a></strong>!</p>
<p>Quer procurar dados sobre uma pessoa especifica? A ferramenta <strong><a href="http://wagnerelias.com/2007/08/10/information-gathering/" target="_blank">evolution</a></strong> da Paterva dá uma forcinha!</p>
<p>Conhece o <strong><a href="http://blog.pedroaugusto.eti.br/2007/09/28/ngrep-sniffer-com-caracteristicas-do-grep/" target="_blank">NGrep</a></strong>? NGrep é um sniffer que acumula a característica do Grep do Unix (utilizado para encontrar padrões de texto em fluxos de caracteres). Ele também pode ser uma mão na roda para criar sua wordlist.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://wagnerelias.com/2007/10/14/web-scraping-and-password-cracking/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>1</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>FUD 2.0</title>
		<link>http://wagnerelias.com/2007/10/04/fud-20/</link>
		<comments>http://wagnerelias.com/2007/10/04/fud-20/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 04 Oct 2007 14:50:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Elias Wagner</dc:creator>
				<category><![CDATA[Diversos]]></category>
		<category><![CDATA[Security Assessment]]></category>
		<category><![CDATA[FUD]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://wagnerelias.com/2007/10/04/fud-20/</guid>
		<description><![CDATA[Um termo bastante conhecido entre os profissionais de segurança é FUD (Fear, uncertainty and doubt - Medo, Incerteza, Dúvida). Este termo é usado pelos profissionais para influenciar decisões de compra ou implementações de serviços de segurança. Usar FUD como justificativa para implementar segurança é pura incompetência e imaturidade do nosso segmento. Usar argumentos como: "Se [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Um termo bastante conhecido entre os profissionais de segurança é FUD (Fear, uncertainty and doubt - Medo, Incerteza, Dúvida). Este termo é usado pelos profissionais para influenciar decisões de compra ou implementações de serviços de segurança.</p>
<p>Usar FUD como justificativa para implementar segurança é pura incompetência e imaturidade do nosso segmento. Usar argumentos como: "Se você não implementar X, vai parar Y" só mostra nossa incapacidade de gerar valor ao negócio e mostrar métricas tangíveis.</p>
<p>Já que o mercado mostra uma dita WEB 2.0 como uma nova visão da antiga internet, porque nós não podemos criar o FUD 2.0 para nosso segmento.</p>
<p>O FUD 2.0 seria uma visão totalmente nova para conseguir o comprometimento do negócio com nossos objetivos e soluções. O acrônimo FUD (Fear, uncertainty and doubt - Medo, Incerteza, Dúvida) seria substiuído por: FUD (Feasibility, Usability, Dashboard - Praticabilidade, Usabilidade, Dashboard).</p>
<p>Qualquer iniciativa de segurança deve no mínimo ter o FUD 2.0, que seria as seguintes características:</p>
<p><strong>Praticabilidade:</strong> conceitualmente o melhor dos mundos é uma gestão de alto nível com uma visão estratégica, tática e operacional, mas, antes de qualquer coisa, uma implementação deve ser prática e viável para a organização. Muitas vezes precisamos abrir mão do certo pelo justo. Isto é gestão de riscos. Quando colocamos todos os pontos necessários como mandatório estamos fazendo Compliance e não gestão de riscos.</p>
<p><strong>Usabilidade:</strong> de nada adianta implementar vários controles se a organização não se adaptar e não se tornar parte da cultura da organização.</p>
<p><strong>Dashboard:</strong> sim, segurança também deve mostrar seus indicadores, métricas comprovando a eficácia dos controles implementados. É necessário mostrar o valor que se criou ao negócio após a implementação de segurança.</p>
<p>Alguém deve estar se perguntando, qual é a grande novidade do FUD 2.0? Nenhuma! Existe alguma novidade na Web 2.0? Também não. Assim como a web 2.0 o FUD 2.0 é apenas uma visão mais adequada e buscando resultados melhores.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://wagnerelias.com/2007/10/04/fud-20/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Wikipedia é um risco?</title>
		<link>http://wagnerelias.com/2007/08/21/wikipedia-e-um-risco/</link>
		<comments>http://wagnerelias.com/2007/08/21/wikipedia-e-um-risco/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 21 Aug 2007 15:15:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Elias Wagner</dc:creator>
				<category><![CDATA[Risk Assessment]]></category>
		<category><![CDATA[Security Assessment]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://wagnerelias.com/2007/08/21/wikipedia-e-um-risco/</guid>
		<description><![CDATA[Um futuro estudante do California Institute of Technology chamado Virgil Griffith desenvolveu uma ferramenta que procura por alterações na Wikipedia. A ferramenta chamada Wikipedia Scanner ficou muito comentada após a divulgação de que, foi encontrado alterações questionáveis por empresas como Wal-Mart, CIA e Diebold. Para pesquisar as alterações você pode informar o nome e localização [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Um futuro estudante do California Institute of Technology chamado Virgil Griffith desenvolveu uma ferramenta que procura por alterações na Wikipedia.</p>
<p>A ferramenta chamada <a href="http://wikiscanner.virgil.gr/"><strong>Wikipedia Scanner</strong></a> ficou muito comentada após a divulgação de que, foi encontrado <a href="http://idgnow.uol.com.br/internet/2007/08/16/idgnoticia.2007-08-16.1307781657/"><strong>alterações questionáveis por empresas como Wal-Mart, CIA e Diebold</strong></a>.</p>
<p>Para pesquisar as alterações você pode informar o nome e localização da organização ou escolher entre as opções já cadastradas no site.</p>
<p><a href='http://wagnerelias.com/wp-content/uploads/2007/08/wikiscanner.PNG' title='Wikipedia Scanner'><img src='http://wagnerelias.com/wp-content/uploads/2007/08/wikiscanner.PNG' alt='Wikipedia Scanner' /></a></p>
<p>As alterações são atribuídas por IP da organização, ou seja, se um funcionário de uma organização escrever qualquer bobagem o IP da organização é que vai estar na alteração. Além das reclamações sobre a qualidade/veracidade das informações incluídas na wikipedia, agora você corre o risco de ter o nome da sua empresa associado a informações de caráter duvidoso.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://wagnerelias.com/2007/08/21/wikipedia-e-um-risco/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Entrevista, Segurança?</title>
		<link>http://wagnerelias.com/2007/08/08/entrevista-seguranca/</link>
		<comments>http://wagnerelias.com/2007/08/08/entrevista-seguranca/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 08 Aug 2007 11:42:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Elias Wagner</dc:creator>
				<category><![CDATA[Diversos]]></category>
		<category><![CDATA[Security Assessment]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://wagnerelias.com/2007/08/08/entrevista-seguranca/</guid>
		<description><![CDATA[O Augusto Campos do efetividade.net escreveu um post sobre o método John Sawatsky de entrevistas. O que tem a ver segurança com entrevistas? Bom, não só na minha atuação como consultor de segurança com foco em BCP (Business Continuity Plan), mas em qualquer outra atuação em segurança, as entrevistas com usuários, gestores, desenvolvedores é atividade [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O Augusto Campos do efetividade.net escreveu um post sobre o <a href="http://www.efetividade.net/2007/08/07/como-fazer-boas-entrevistas-usando-o-metodo-sawatsky/"><strong>método John Sawatsky de entrevistas</strong></a>.</p>
<p>O que tem a ver segurança com entrevistas? Bom, não só na minha atuação como consultor de segurança com foco em BCP (Business Continuity Plan), mas em qualquer outra atuação em segurança, as entrevistas com usuários, gestores, desenvolvedores é atividade frequente. Portanto, recomendo a leitura.</p>
<p><a title="Entrevista de Emprego" href="http://wagnerelias.com/wp-content/uploads/2007/08/entrevista.jpg"><img src="http://wagnerelias.com/wp-content/uploads/2007/08/entrevista.jpg" alt="Entrevista de Emprego" /></a></p>
<p>Seguindo os tópicos citados no post dele, vou comentar alguns pontos que são interessantes em um entrevista voltada para análise de segurança:</p>
<blockquote><p><strong>Sempre que possível, prepare suas perguntas antecipadamente.</strong></p>
<p>Isso é fundamental, qualquer boa metodologia/padrão deve possuir formulários de entrevistas que sejam claros e preparados antecipadamente.</p>
<p><strong>Pergunte questões abertas, especialmente as que começam com “como”, “por que” ou “o que”, e encoraje o entrevistado a descrever, explicar ou exemplificar algo.<br />
</strong><br />
Muitas vezes o entrevistador leva o entrevistado a responder o que ele quer e perde a oportunidade de conhecer detalhes que só o entrevistado que conhece pode informar.</p>
<p><strong>Faça uma pergunta por vez, e não tente misturar mais de um tema na mesma pergunta.<br />
</strong><br />
Objetividade e clareza são fatores chaves para qualquer entrevista.</p>
<p><strong>Entrevistador não faz discurso e nem inclui o editorial nas suas perguntas.<br />
</strong><br />
Cada pergunta deve ser claramente explicada e se possível com exemplos práticos. Lembre-se o formulário é apoio e não um checklist.</p>
<p><strong>A estrela de uma entrevista bem-sucedida nunca pode ser o entrevistador.<br />
</strong><br />
Como diria os manos...Sem palavras...</p>
<p><strong>Deixe as perguntas fazerem o seu trabalho.</strong></p>
<p><strong></strong>Se as perguntas forem claras o trabalho será muito mais eficaz.</p>
<p><strong>Resista ao impulso de incluir opinião ou tentar antecipar na pergunta uma possível resposta do seu entrevistado.<br />
</strong><br />
Não leve o entrevistado a falar o que você quer, ele deve responder com as informações que ele possui.</p>
<p><strong>Grave e transcreva suas entrevistas, compare-as com as técnicas que você conhece, e tente melhorá-las.</strong></p>
<p><strong>Estude entrevistas publicadas na imprensa - as boas e as ruins. </strong></p>
<p><strong></strong>Esses dois tópicos podem ser usados para aprendizagem e crescimento.</p></blockquote>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://wagnerelias.com/2007/08/08/entrevista-seguranca/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>1</slash:comments>
		</item>
	</channel>
</rss>

