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Ferramentas para suportar os processos do ITIL
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Portal que lista online dispositivos bluetooth disponíveis.
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Um artigo sobre como elaborar questionários/checklists efetivos
Algum tempo atrás eu falei sobre a tendência dos Datacenter verdes. Um vídeo bem interessante mostra em 90 segundos a construção de um destes datacenters.
Minha palestra este ano na H2HC foi sobre insegurança na implementação de webservices baseados em REST. Os organizadores já disponibilizaram as apresentações e veio a público uma falha na implementação de REST na plataforma RoR (Ruby on Rails).
Eu particularmente não vejo muito expertise e investimento do governo Brasileiro em programas de respostas a incidentes (Se for desconhecimento, por favor me informem!). Agora o que vem me surpreendendo é o investimento e trabalho dos nossos governantes em relação a uma possível epidemia de gripe aviária.
Me surpreende primeiro pelas várias iniciativas e depois pela priorização. Afinal existem inúmeras outras ameaças com maior probabilidade de ocorrência e nada é feito. Priorização é um conceito básico de gestão de riscos.
O governo já trabalhou nas seguintes iniciativas para evitar uma epidemia de gripe aviária:
- Distribuiu uma cartilha de 44 páginas com informações sobre a gripe aviária e suas consequências;
- Monitora a rota migratória das aves;
- Disponibilizou o telefone (0800 611995) para esclarecer dúvidas sobre gripe aviária;
- Está implantando um sistema informatizado nos portos para evitar a entrada de seres infectados no Brasil.
De qualquer forma fica o elogio para nossos governantes mas, que isso seja estendido a outras frentes e que seja feito uma análise técnica e que seja priorizado o tratamento dos riscos.
A prática de análise de vulnerabilidade e/ou pentest em ambientes tecnológicos está longe de ser bem amparada por padrões e metodologias. Existe muito conteúdo disponível mas, no geral os profissionais acabam desenvolvendo um framework próprio com base em documentos como: OWASP Testing Guide; OSSTMM; ISSAF e vários outros documentos disponíveis na internet. Isso profissionais capacitados e com boa experiência, pois, a grande maioria executa como bem entende e sem um método estruturado.
A notícia boa é que o NIST publicou o Technical Guide to Security Testing. O documento está bem estruturado e utilizando todos os documentos citados como referência.
O documento trata desde, fases até ferramentas e cuidados que devem ser tomados por profissionais que desejam realizar testes de segurança em ambientes tecnológicos.
A estrutura do documento é a seguinte:
1 - Introdução
2 - Information Security Testing Overview
3 - Review Techniques
4 - Target Identification and Analysis Techniques
5 - Target Vulnerability Validation Techniques
6 - Information Security Test Planning
7 - Security Testing Execution
8 - Post-Testing Activities
Uma assunto bastante negligenciado e que já abordei aqui no blog é a segurança na cadeia de valores (Supply Chain). A ISO acaba de lançar a série 28000. O objetivo da série é estabelecer um sistema de gestão de segurança na cadeia de valores.
- ISO 28003:2007Security management systems for the supply chain -- Requirements for bodies providing audit and certification of supply chain security management systems
- ISO 28000:2007Specification for security management systems for the supply chain
- ISO 28004:2007Security management systems for the supply chain -- Guidelines for the implementation of ISO 28000
- ISO 28001:2007Security management systems for the supply chain -- Best practices for implementing supply chain security, assessments and plans -- Requirements and guidance
Se até bem pouco tempo reclavamos da falta de padrões em segurança, num futuro próximo vamos aclamar por um padrão que gerencie todos os sistemas de gestão.