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Portal do CERT sobre segurança em desenvolvimento
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Ferramenta para alteração de configurações locais de rede
Recentemente eu comentei sobre a necessidade de um padrão para gestão dos inúmeros sistemas de gestão disponíveis, devido ao crescente número de sistemas de gestão lançados.
Na minha atuação eu consigo rapidamente listar três sistemas:
1 - ISO 27000 (Sistema de Gestão de Segurança da Informação);
2 - BS 25999 (Sistema de Gestão de Continuidade de Negócios);
3 - ISO 28000 (Sistema de Gestão de Segurança na Cadeia de Suprimentos).
Uma característica bem interessante mais pouco divulgada é que, estes sistemas são padronizados de acordo com seis requerimentos comuns de outro padrão, o ISO Guide 72 (a standard for writing management system standards) de 2001.
Os sistemas de gestão geralmente são estruturados da seguinte forma:
1 - Política;
2 - Estrutura Organizacional e responsabilidades;
3 - Objetivos;
4 - Definições de Processos;
5 - Estatuário 3 Requerimentos Regulatórios Legais;
6 - Competência;
7 - Treinamento;
8 - Procedimentos;
9 - Controle Operacional;
10 - Monitoramento e Checagem;
11 - Auditoria e Revisão;
12 - Melhoria.
Sendo que, existe seis requerimentos comuns entre os padrões baseados na ISO Guide 72:
1 - Política;
2 - Planejamento;
3 - Implementação e Operação;
4 - Performance da Auditoria;
5 - Melhorias;
6 - Revisão Gerencial;
Como estes sistemas são padronizados é possível adotar um sistema unificado de gestão. O padrão para gestão unificada é o PAS 99 (Publicly Available Specification).
O que é o PAS 99?
O PAS 99 é uma estrutura de gerenciamento integrado de sistemas de gestão publicada em Agosto de 2006 pela BSI (British Standart Institute).
De uma forma bem simples e direta, podemos dizer que este sistema tem como objetivo evitar que exista vários requerimentos que são comuns entre sistemas de gestão replicados e tratados de forma isolada nas organizações que adotem vários sistemas de gestão.
Em Setembro deste ano a fortify publicou um paper sobre um ataque intitulado Cross-Build Injection. O ataque consiste basicamente na alteração ou inclusão de códigos no próprio repositório onde são gerados os builds. Não me parece nada novo, porém fica como ponto de atenção.
Mitigar o risco relacionado a este tipo de ataque é simples e bastante usual por muitos repositórios mas, imagine quantos repositórios não possuem o menor controle? Com uma ferramenta de brute-force como o medusa (semelhante ao THC-Hydra descontinuado) que suporta quebra de senhas de repositórios CVS, pode-se conseguir acesso ao repositório e ir a farra.
Meu amigo Eduardo Neves me enviou uma notícia bem interessante pra quem trabalha com BCP (Business Continuity Plan).
Notícia veiculada no G1
Uma operação no Aeroporto Internacional de Campo Grande, no Mato Grosso do Sul, vai simular um grande acidente com um Boeing 737-200. A simulação vai mobilizar forças civis, militares e de órgãos da segurança pública. Alunos do curso de resgate e de duas faculdades de enfermagem representarão os 'passageiros' do acidente.
A simulação, que acontece na próxima segunda-feira (19), vai encenar o combate a um possível incêndio na aeronave e resgate de vítimas. Acadêmicos da Universidade para o Desenvolvimento do Estado e da Região do Pantanal (Uniderp) e Universidade Católica Dom Bosco (UCDB) e do curso de resgate dos Bombeiros serão os passageiros e terão os 'ferimentos' maquiados por alunos do curso de teatro da UCDB.
A operação está sendo preparada pelo Corpo de Bombeiros Militar em conjunto com a Base Aérea de Campo Grande, Infraero, unidades do Exército, Polícia Militar, PRF, Polícia Civil, Coordenadores de Defesa Civil do Estado e de Campo Grande, Samu, Hospital Regional e Santa Casa. Dois helicópteros serão usados para transportar as vítimas para os hospitais.
O exercício, segundo o tenente-coronel do Corpo de Bombeiros Jonys Cabrera Lopes, busca estabelecer coordenação em atividades de gerenciamento de crises em acidentes e desastres de grandes proporções com o emprego do sistema Integrado de Comando de Operações de Emergência.
Na operação simulada, considerada de 'grande magnitude', serão empregados todos os meios, incluindo um Boeing 737-200. O resgate será encenado o mais próximo de uma emergência real, segundo o Corpo de Bombeiros. Os resultados do exercício serão usados para planejamento e treinamento, além de 'adequações de protocolo' entre as instituições envolvidas na operação para enfrentamento de situações semelhantes.