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	<title>Comments on: Business Impact Analysis</title>
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	<description>BCP, BIA, DRP, Security Assessment, Risk Assessment, Security Developer</description>
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		<title>By: Gilberto Mota</title>
		<link>http://wagnerelias.com/2007/06/08/business-impact-analysis/comment-page-1/#comment-1103</link>
		<dc:creator>Gilberto Mota</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 26 Aug 2010 17:14:14 +0000</pubDate>
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		<description></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Quando penso em analise de risco, me vem à mente. Fazer analise de risco? Começar por onde? Ativos? Quais? Sistemas? Quais? Processos de Negócio? Quais? Osu um defensor do BIA antes da analise de risco. Não BIA objetivando convencer o PCN, mas BIA para identificar onde estão os maiores impactos em momento de interrupção, onde a empresa perde mais e assim, com estes processos determinados, definir por onde começar com a Análise de Risco e assim mitigar os riscos e pensar em PCN para estes processos. Isso de forma gradativa até englobar todos os processos de negócio da empresa. É isso, simples assim&#8230;
<div class="comment-remix-meta"><a href="#" class="replyto" onclick="replyto('1103','Gilberto Mota'); return false;">Reply</a>  &#8211; <a href="#" class="quote" onclick="quote('1103','Gilberto Mota','Quando penso em analise de risco, me vem &Atilde;&nbsp; mente. Fazer analise de risco? Come&Atilde;&sect;ar por onde? Ativos? Quais? Sistemas? Quais? Processos de Neg&Atilde;&sup3;cio? Quais? Osu um defensor do BIA antes da analise de risco. N&Atilde;&pound;o BIA objetivando convencer o PCN, mas BIA para identificar onde est&Atilde;&pound;o os maiores impactos em momento de interrup&Atilde;&sect;&Atilde;&pound;o, onde a empresa perde mais e assim, com estes processos determinados, definir por onde come&Atilde;&sect;ar com a An&Atilde;&iexcl;lise de Risco e assim mitigar os riscos e pensar em PCN para estes processos. Isso de forma gradativa at&Atilde;&copy; englobar todos os processos de neg&Atilde;&sup3;cio da empresa. &Atilde; isso, simples assim...'); return false;">Quote</a></div>
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		<title>By: Guindani</title>
		<link>http://wagnerelias.com/2007/06/08/business-impact-analysis/comment-page-1/#comment-443</link>
		<dc:creator>Guindani</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 04 Jul 2008 13:41:25 +0000</pubDate>
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		<description>Ok Senhores,
O debate está ótimo e vejo que os conceito, GCN,PCN,PCO,PCC,PGC,PS,PIH e todas as outras siglas que podemos ter neste universo que é continuidaede dos negócios, estão alinhados. Trabalho e tento enterder CN a uns 5 anos e uma coisa tenho como certa, apesar que não gosto de dizer - isso é assim ou isso não é assim, em CN não tem certo nem errado, não tem receita, temos apenas um direcionamento ou modelo, agora formalizado pela BS 25999, norma baseada nas práticas do DRII e BCI que tem muiiiiitos anos. 
Por exemplo, conheço um banco de tamanho médio que definiu suas prioridades sem BIA nem RA e hoje tem planos muito consistentes, e pq fizeram assim, pq o dono mandou. Talvez pela ausência necessária do certo e do errado, eu não tenha sido entendido quando falo de &quot;cenário de pior caso&quot;. Adotamos, aqui na empresa, esta premissa para nossos planos de continuidade das áreas de negócio e para os sites de TI. Em resumo, consideramos a destruição total do ambiente, equipamentos, documentos, etc. Então para este cenário, os planos definem o ambiente alternativo, todos os recursos(infra e TI), quais processos que serão executados e quem vai executá-los, sem perder o foco principal, que é a proteção das pessoas. Mas é claro que temos alguns planos voltados ao gerenciamento de crises, para estes podemos tratar outros cenários como uma greve, um recall, a gripe aviária, etc. Já os Planos de Sucessão, como citado, considero uma obrigação do gestor, já que a situação é prevista. Abraços.&lt;div class=&quot;comment-remix-meta&quot;&gt;&lt;a href=&quot;#&quot; class=&quot;replyto&quot; onclick=&quot;replyto(&#039;443&#039;,&#039;Guindani&#039;); return false;&quot;&gt;Reply&lt;/a&gt;  - &lt;a href=&quot;#&quot; class=&quot;quote&quot; onclick=&quot;quote(&#039;443&#039;,&#039;Guindani&#039;,&#039;Ok Senhores,\r\nO debate est&#195;&#161; &#195;&#179;timo e vejo que os conceito, GCN,PCN,PCO,PCC,PGC,PS,PIH e todas as outras siglas que podemos ter neste universo que &#195;&#169; continuidaede dos neg&#195;&#179;cios, est&#195;&#163;o alinhados. Trabalho e tento enterder CN a uns 5 anos e uma coisa tenho como certa, apesar que n&#195;&#163;o gosto de dizer - isso &#195;&#169; assim ou isso n&#195;&#163;o &#195;&#169; assim, em CN n&#195;&#163;o tem certo nem errado, n&#195;&#163;o tem receita, temos apenas um direcionamento ou modelo, agora formalizado pela BS 25999, norma baseada nas pr&#195;&#161;ticas do DRII e BCI que tem muiiiiitos anos. \r\nPor exemplo, conhe&#195;&#167;o um banco de tamanho m&#195;&#169;dio que definiu suas prioridades sem BIA nem RA e hoje tem planos muito consistentes, e pq fizeram assim, pq o dono mandou. Talvez pela aus&#195;&#170;ncia necess&#195;&#161;ria do certo e do errado, eu n&#195;&#163;o tenha sido entendido quando falo de \&quot;cen&#195;&#161;rio de pior caso\&quot;. Adotamos, aqui na empresa, esta premissa para nossos planos de continuidade das &#195;&#161;reas de neg&#195;&#179;cio e para os sites de TI. Em resumo, consideramos a destrui&#195;&#167;&#195;&#163;o total do ambiente, equipamentos, documentos, etc. Ent&#195;&#163;o para este cen&#195;&#161;rio, os planos definem o ambiente alternativo, todos os recursos(infra e TI), quais processos que ser&#195;&#163;o executados e quem vai execut&#195;&#161;-los, sem perder o foco principal, que &#195;&#169; a prote&#195;&#167;&#195;&#163;o das pessoas. Mas &#195;&#169; claro que temos alguns planos voltados ao gerenciamento de crises, para estes podemos tratar outros cen&#195;&#161;rios como uma greve, um recall, a gripe avi&#195;&#161;ria, etc. J&#195;&#161; os Planos de Sucess&#195;&#163;o, como citado, considero uma obriga&#195;&#167;&#195;&#163;o do gestor, j&#195;&#161; que a situa&#195;&#167;&#195;&#163;o &#195;&#169; prevista. Abra&#195;&#167;os.&#039;); return false;&quot;&gt;Quote&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Ok Senhores,<br />
O debate está ótimo e vejo que os conceito, GCN,PCN,PCO,PCC,PGC,PS,PIH e todas as outras siglas que podemos ter neste universo que é continuidaede dos negócios, estão alinhados. Trabalho e tento enterder CN a uns 5 anos e uma coisa tenho como certa, apesar que não gosto de dizer &#8211; isso é assim ou isso não é assim, em CN não tem certo nem errado, não tem receita, temos apenas um direcionamento ou modelo, agora formalizado pela BS 25999, norma baseada nas práticas do DRII e BCI que tem muiiiiitos anos.<br />
Por exemplo, conheço um banco de tamanho médio que definiu suas prioridades sem BIA nem RA e hoje tem planos muito consistentes, e pq fizeram assim, pq o dono mandou. Talvez pela ausência necessária do certo e do errado, eu não tenha sido entendido quando falo de &#8220;cenário de pior caso&#8221;. Adotamos, aqui na empresa, esta premissa para nossos planos de continuidade das áreas de negócio e para os sites de TI. Em resumo, consideramos a destruição total do ambiente, equipamentos, documentos, etc. Então para este cenário, os planos definem o ambiente alternativo, todos os recursos(infra e TI), quais processos que serão executados e quem vai executá-los, sem perder o foco principal, que é a proteção das pessoas. Mas é claro que temos alguns planos voltados ao gerenciamento de crises, para estes podemos tratar outros cenários como uma greve, um recall, a gripe aviária, etc. Já os Planos de Sucessão, como citado, considero uma obrigação do gestor, já que a situação é prevista. Abraços.
<div class="comment-remix-meta"><a href="#" class="replyto" onclick="replyto('443','Guindani'); return false;">Reply</a>  &#8211; <a href="#" class="quote" onclick="quote('443','Guindani','Ok Senhores,\r\nO debate est&Atilde;&iexcl; &Atilde;&sup3;timo e vejo que os conceito, GCN,PCN,PCO,PCC,PGC,PS,PIH e todas as outras siglas que podemos ter neste universo que &Atilde;&copy; continuidaede dos neg&Atilde;&sup3;cios, est&Atilde;&pound;o alinhados. Trabalho e tento enterder CN a uns 5 anos e uma coisa tenho como certa, apesar que n&Atilde;&pound;o gosto de dizer - isso &Atilde;&copy; assim ou isso n&Atilde;&pound;o &Atilde;&copy; assim, em CN n&Atilde;&pound;o tem certo nem errado, n&Atilde;&pound;o tem receita, temos apenas um direcionamento ou modelo, agora formalizado pela BS 25999, norma baseada nas pr&Atilde;&iexcl;ticas do DRII e BCI que tem muiiiiitos anos. \r\nPor exemplo, conhe&Atilde;&sect;o um banco de tamanho m&Atilde;&copy;dio que definiu suas prioridades sem BIA nem RA e hoje tem planos muito consistentes, e pq fizeram assim, pq o dono mandou. Talvez pela aus&Atilde;&ordf;ncia necess&Atilde;&iexcl;ria do certo e do errado, eu n&Atilde;&pound;o tenha sido entendido quando falo de \&quot;cen&Atilde;&iexcl;rio de pior caso\&quot;. Adotamos, aqui na empresa, esta premissa para nossos planos de continuidade das &Atilde;&iexcl;reas de neg&Atilde;&sup3;cio e para os sites de TI. Em resumo, consideramos a destrui&Atilde;&sect;&Atilde;&pound;o total do ambiente, equipamentos, documentos, etc. Ent&Atilde;&pound;o para este cen&Atilde;&iexcl;rio, os planos definem o ambiente alternativo, todos os recursos(infra e TI), quais processos que ser&Atilde;&pound;o executados e quem vai execut&Atilde;&iexcl;-los, sem perder o foco principal, que &Atilde;&copy; a prote&Atilde;&sect;&Atilde;&pound;o das pessoas. Mas &Atilde;&copy; claro que temos alguns planos voltados ao gerenciamento de crises, para estes podemos tratar outros cen&Atilde;&iexcl;rios como uma greve, um recall, a gripe avi&Atilde;&iexcl;ria, etc. J&Atilde;&iexcl; os Planos de Sucess&Atilde;&pound;o, como citado, considero uma obriga&Atilde;&sect;&Atilde;&pound;o do gestor, j&Atilde;&iexcl; que a situa&Atilde;&sect;&Atilde;&pound;o &Atilde;&copy; prevista. Abra&Atilde;&sect;os.'); return false;">Quote</a></div>
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		<title>By: Elias Wagner</title>
		<link>http://wagnerelias.com/2007/06/08/business-impact-analysis/comment-page-1/#comment-442</link>
		<dc:creator>Elias Wagner</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 03 Jul 2008 20:33:36 +0000</pubDate>
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		<description>Vamos por partes...Ninguém está confundindo CGN com PCN, alias sou um crítico desta abordagem no mercado, é só olhar uma thread que abri em um forum:
http://www.istf.com.br/vb/showthread.php?t=12631

A GCN tem como objetivo pura e simplesmente garantir a Continuidade dos Negócios implementando um sistema de Gestão de Continuidade de Negócios. Para atingir este objetivo é necessário um conjunto de estratégias e consequentemente planos. Nestes planos entram os planos de continuidade de negócios. Esta idéia de que planos são desenvolvidos para o cenário de pior caso é um pouco míope na minha opinião, me lembra muito o famoso plano B. 

Um PCN deve ser um grande plano de ação para resposta a incidentes previstos ou não, sendo ele de pior caso ou não. Obviamente que o PCN não é para qualquer situação, mas apenas para situações onde os controles não são suficientes e/ou o incidente não é previsto.

Quanto ao &quot;é para desastres mesmo&quot; discordo totalmente. Se esta abordagem fosse adequada recall  (http://www.allhandsconsulting.com/product_recall.htm),  e Sucession Plan (http://www4.agr.gc.ca/AAFC-AAC/display-afficher.do?id=1175783631879&amp;lang=e) não seriam responsabilidade e parte dos planos.&lt;div class=&quot;comment-remix-meta&quot;&gt;&lt;a href=&quot;#&quot; class=&quot;replyto&quot; onclick=&quot;replyto(&#039;442&#039;,&#039;Elias Wagner&#039;); return false;&quot;&gt;Reply&lt;/a&gt;  - &lt;a href=&quot;#&quot; class=&quot;quote&quot; onclick=&quot;quote(&#039;442&#039;,&#039;Elias Wagner&#039;,&#039;Vamos por partes...Ningu&#195;&#169;m est&#195;&#161; confundindo CGN com PCN, alias sou um cr&#195;&#173;tico desta abordagem no mercado, &#195;&#169; s&#195;&#179; olhar uma thread que abri em um forum:\r\nhttp:\/\/www.istf.com.br\/vb\/showthread.php?t=12631\r\n\r\nA GCN tem como objetivo pura e simplesmente garantir a Continuidade dos Neg&#195;&#179;cios implementando um sistema de Gest&#195;&#163;o de Continuidade de Neg&#195;&#179;cios. Para atingir este objetivo &#195;&#169; necess&#195;&#161;rio um conjunto de estrat&#195;&#169;gias e consequentemente planos. Nestes planos entram os planos de continuidade de neg&#195;&#179;cios. Esta id&#195;&#169;ia de que planos s&#195;&#163;o desenvolvidos para o cen&#195;&#161;rio de pior caso &#195;&#169; um pouco m&#195;&#173;ope na minha opini&#195;&#163;o, me lembra muito o famoso plano B. \r\n\r\nUm PCN deve ser um grande plano de a&#195;&#167;&#195;&#163;o para resposta a incidentes previstos ou n&#195;&#163;o, sendo ele de pior caso ou n&#195;&#163;o. Obviamente que o PCN n&#195;&#163;o &#195;&#169; para qualquer situa&#195;&#167;&#195;&#163;o, mas apenas para situa&#195;&#167;&#195;&#181;es onde os controles n&#195;&#163;o s&#195;&#163;o suficientes e\/ou o incidente n&#195;&#163;o &#195;&#169; previsto.\r\n\r\nQuanto ao \&quot;&#195;&#169; para desastres mesmo\&quot; discordo totalmente. Se esta abordagem fosse adequada recall  (http:\/\/www.allhandsconsulting.com\/product_recall.htm),  e Sucession Plan (http:\/\/www4.agr.gc.ca\/AAFC-AAC\/display-afficher.do?id=1175783631879&amp;lang=e) n&#195;&#163;o seriam responsabilidade e parte dos planos.&#039;); return false;&quot;&gt;Quote&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Vamos por partes&#8230;Ninguém está confundindo CGN com PCN, alias sou um crítico desta abordagem no mercado, é só olhar uma thread que abri em um forum:<br />
<a href="http://www.istf.com.br/vb/showthread.php?t=12631" rel="nofollow">http://www.istf.com.br/vb/showthread.php?t=12631</a></p>
<p>A GCN tem como objetivo pura e simplesmente garantir a Continuidade dos Negócios implementando um sistema de Gestão de Continuidade de Negócios. Para atingir este objetivo é necessário um conjunto de estratégias e consequentemente planos. Nestes planos entram os planos de continuidade de negócios. Esta idéia de que planos são desenvolvidos para o cenário de pior caso é um pouco míope na minha opinião, me lembra muito o famoso plano B. </p>
<p>Um PCN deve ser um grande plano de ação para resposta a incidentes previstos ou não, sendo ele de pior caso ou não. Obviamente que o PCN não é para qualquer situação, mas apenas para situações onde os controles não são suficientes e/ou o incidente não é previsto.</p>
<p>Quanto ao &#8220;é para desastres mesmo&#8221; discordo totalmente. Se esta abordagem fosse adequada recall  (<a href="http://www.allhandsconsulting.com/product_recall.htm" rel="nofollow">http://www.allhandsconsulting.com/product_recall.htm</a>),  e Sucession Plan (<a href="http://www4.agr.gc.ca/AAFC-AAC/display-afficher.do?id=1175783631879&#038;lang=e" rel="nofollow">http://www4.agr.gc.ca/AAFC-AAC/display-afficher.do?id=1175783631879&#038;lang=e</a>) não seriam responsabilidade e parte dos planos.
<div class="comment-remix-meta"><a href="#" class="replyto" onclick="replyto('442','Elias Wagner'); return false;">Reply</a>  &#8211; <a href="#" class="quote" onclick="quote('442','Elias Wagner','Vamos por partes...Ningu&Atilde;&copy;m est&Atilde;&iexcl; confundindo CGN com PCN, alias sou um cr&Atilde;&shy;tico desta abordagem no mercado, &Atilde;&copy; s&Atilde;&sup3; olhar uma thread que abri em um forum:\r\nhttp:\/\/www.istf.com.br\/vb\/showthread.php?t=12631\r\n\r\nA GCN tem como objetivo pura e simplesmente garantir a Continuidade dos Neg&Atilde;&sup3;cios implementando um sistema de Gest&Atilde;&pound;o de Continuidade de Neg&Atilde;&sup3;cios. Para atingir este objetivo &Atilde;&copy; necess&Atilde;&iexcl;rio um conjunto de estrat&Atilde;&copy;gias e consequentemente planos. Nestes planos entram os planos de continuidade de neg&Atilde;&sup3;cios. Esta id&Atilde;&copy;ia de que planos s&Atilde;&pound;o desenvolvidos para o cen&Atilde;&iexcl;rio de pior caso &Atilde;&copy; um pouco m&Atilde;&shy;ope na minha opini&Atilde;&pound;o, me lembra muito o famoso plano B. \r\n\r\nUm PCN deve ser um grande plano de a&Atilde;&sect;&Atilde;&pound;o para resposta a incidentes previstos ou n&Atilde;&pound;o, sendo ele de pior caso ou n&Atilde;&pound;o. Obviamente que o PCN n&Atilde;&pound;o &Atilde;&copy; para qualquer situa&Atilde;&sect;&Atilde;&pound;o, mas apenas para situa&Atilde;&sect;&Atilde;&micro;es onde os controles n&Atilde;&pound;o s&Atilde;&pound;o suficientes e\/ou o incidente n&Atilde;&pound;o &Atilde;&copy; previsto.\r\n\r\nQuanto ao \&quot;&Atilde;&copy; para desastres mesmo\&quot; discordo totalmente. Se esta abordagem fosse adequada recall  (http:\/\/www.allhandsconsulting.com\/product_recall.htm),  e Sucession Plan (http:\/\/www4.agr.gc.ca\/AAFC-AAC\/display-afficher.do?id=1175783631879&amp;lang=e) n&Atilde;&pound;o seriam responsabilidade e parte dos planos.'); return false;">Quote</a></div>
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		<title>By: Ricardo A. Reis</title>
		<link>http://wagnerelias.com/2007/06/08/business-impact-analysis/comment-page-1/#comment-441</link>
		<dc:creator>Ricardo A. Reis</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 03 Jul 2008 18:45:47 +0000</pubDate>
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		<description></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Mas os planos devem ser feitos para o cenário de pior caso &#8211; “worst case scenario” como dizem os americanos, é para desastre mesmo.</p>
<p>Sera mesmo ?</p>
<p>&#8220;Constraints of Preparedness</p>
<p>Too much emphasis is placed on dramatic, worst-case scenarios – as if these were the only possible disasters which may occur&#8221; slide 6</p>
<p><a href="http://www.ready.gov/business/mentor/index.htm" rel="nofollow">http://www.ready.gov/business/mentor/index.htm</a><br />
<a href="http://www.ready.gov/business/redirect.html?url=http://www.eden.lsu.edu/LearningOps/ReadyBusiness/ReadyBusinessWorkshopFINAL.ppt" rel="nofollow">http://www.ready.gov/business/redirect.html?url=http://www.eden.lsu.edu/LearningOps/ReadyBusiness/ReadyBusinessWorkshopFINAL.ppt</a></p>
<p>Worst-case esta mais para as blue ships, empresas de pequeno e medio porte precisam de mais investimentos em continuidade nas areas de logistica e supply chain, sem contar em incendio.</p>
<p>obs: o trabalho vai acabar saindo fora da piramide &#8230;..
<div class="comment-remix-meta"><a href="#" class="replyto" onclick="replyto('441','Ricardo A. Reis'); return false;">Reply</a>  &#8211; <a href="#" class="quote" onclick="quote('441','Ricardo A. Reis','Mas os planos devem ser feitos para o cen&Atilde;&iexcl;rio de pior caso - &acirc;worst case scenario&acirc; como dizem os americanos, &Atilde;&copy; para desastre mesmo.\r\n\r\nSera mesmo ?\r\n\r\n\&quot;Constraints of Preparedness\r\n\r\nToo much emphasis is placed on dramatic, worst-case scenarios &acirc; as if these were the only possible disasters which may occur\&quot; slide 6\r\n\r\n\r\nhttp:\/\/www.ready.gov\/business\/mentor\/index.htm \r\nhttp:\/\/www.ready.gov\/business\/redirect.html?url=http:\/\/www.eden.lsu.edu\/LearningOps\/ReadyBusiness\/ReadyBusinessWorkshopFINAL.ppt\r\n\r\nWorst-case esta mais para as blue ships, empresas de pequeno e medio porte precisam de mais investimentos em continuidade nas areas de logistica e supply chain, sem contar em incendio.\r\n\r\nobs: o trabalho vai acabar saindo fora da piramide .....'); return false;">Quote</a></div>
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	</item>
	<item>
		<title>By: Guindani</title>
		<link>http://wagnerelias.com/2007/06/08/business-impact-analysis/comment-page-1/#comment-440</link>
		<dc:creator>Guindani</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 03 Jul 2008 18:08:12 +0000</pubDate>
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		<description>Senhores,
Não podemos confundir Gestão de Continuidade dos Negócios, Programa de Continuidade dos Negócios e Planos de Continuidade dos Negócios. Concordo que o programa é focado no negócio e em suas necessidades, já foi o tempo em que PCN era uma questão apenas de TI, hoje, mesmo no Brasil a ficha já caiu!
Mas os planos devem ser feitos para o cenário de pior caso - &quot;worst case scenario&quot; como dizem os americanos, é para desastre mesmo. Como comentei no post anterior, na minha visão, a AR serve para melhorar controles,ou seja, não adianta ter um excelente site backup se o local normal de trabalho é uma porcaria.
Lembro também que definir um local alternativo é premissa básica para a eleboração das estratégias de continuidade, sem local alternativo sem PCN, sem local alternativo vc apenas mitiga riscos ou assume os riscos. Dai a importância do BIA como ferramenta de apoio para a priorização dos processos, pois nossa estratégia não pode ser simplesmente replicar o ambiente, o custo seria muito alto, como diz o ditado não podemos gastar vela boa com defunto ruim.
Quanto a questão cultural, este é o maior desafio dos profissionais de GCN, pq a participação das pessoas é fundamental, afinal o principal motivador da GCN é a proteção das pessoas, sem elas nada acontece. Hoje existem estudos relacionados ao gerenciamento do medo, ou seja, esta tudo planejado, tenho local alternativo para trabalhar, mas a reação das pessoas é imprevisível. dependendo do tipo de incidente, dificilmente convencerie os funcionários a se deslocarem ao local alternativo. E o motivo é obvio, basta olhar para a piramide de Maslow, a primeira coisa que as pessoas irão se preocupar é com seu bem estar e com seus familiares, o trabalho fica em segundo plano ou em último.&lt;div class=&quot;comment-remix-meta&quot;&gt;&lt;a href=&quot;#&quot; class=&quot;replyto&quot; onclick=&quot;replyto(&#039;440&#039;,&#039;Guindani&#039;); return false;&quot;&gt;Reply&lt;/a&gt;  - &lt;a href=&quot;#&quot; class=&quot;quote&quot; onclick=&quot;quote(&#039;440&#039;,&#039;Guindani&#039;,&#039;Senhores,\r\nN&#195;&#163;o podemos confundir Gest&#195;&#163;o de Continuidade dos Neg&#195;&#179;cios, Programa de Continuidade dos Neg&#195;&#179;cios e Planos de Continuidade dos Neg&#195;&#179;cios. Concordo que o programa &#195;&#169; focado no neg&#195;&#179;cio e em suas necessidades, j&#195;&#161; foi o tempo em que PCN era uma quest&#195;&#163;o apenas de TI, hoje, mesmo no Brasil a ficha j&#195;&#161; caiu!\r\nMas os planos devem ser feitos para o cen&#195;&#161;rio de pior caso - \&quot;worst case scenario\&quot; como dizem os americanos, &#195;&#169; para desastre mesmo. Como comentei no post anterior, na minha vis&#195;&#163;o, a AR serve para melhorar controles,ou seja, n&#195;&#163;o adianta ter um excelente site backup se o local normal de trabalho &#195;&#169; uma porcaria.\r\nLembro tamb&#195;&#169;m que definir um local alternativo &#195;&#169; premissa b&#195;&#161;sica para a elebora&#195;&#167;&#195;&#163;o das estrat&#195;&#169;gias de continuidade, sem local alternativo sem PCN, sem local alternativo vc apenas mitiga riscos ou assume os riscos. Dai a import&#195;&#162;ncia do BIA como ferramenta de apoio para a prioriza&#195;&#167;&#195;&#163;o dos processos, pois nossa estrat&#195;&#169;gia n&#195;&#163;o pode ser simplesmente replicar o ambiente, o custo seria muito alto, como diz o ditado n&#195;&#163;o podemos gastar vela boa com defunto ruim.\r\nQuanto a quest&#195;&#163;o cultural, este &#195;&#169; o maior desafio dos profissionais de GCN, pq a participa&#195;&#167;&#195;&#163;o das pessoas &#195;&#169; fundamental, afinal o principal motivador da GCN &#195;&#169; a prote&#195;&#167;&#195;&#163;o das pessoas, sem elas nada acontece. Hoje existem estudos relacionados ao gerenciamento do medo, ou seja, esta tudo planejado, tenho local alternativo para trabalhar, mas a rea&#195;&#167;&#195;&#163;o das pessoas &#195;&#169; imprevis&#195;&#173;vel. dependendo do tipo de incidente, dificilmente convencerie os funcion&#195;&#161;rios a se deslocarem ao local alternativo. E o motivo &#195;&#169; obvio, basta olhar para a piramide de Maslow, a primeira coisa que as pessoas ir&#195;&#163;o se preocupar &#195;&#169; com seu bem estar e com seus familiares, o trabalho fica em segundo plano ou em &#195;&#186;ltimo.&#039;); return false;&quot;&gt;Quote&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Senhores,<br />
Não podemos confundir Gestão de Continuidade dos Negócios, Programa de Continuidade dos Negócios e Planos de Continuidade dos Negócios. Concordo que o programa é focado no negócio e em suas necessidades, já foi o tempo em que PCN era uma questão apenas de TI, hoje, mesmo no Brasil a ficha já caiu!<br />
Mas os planos devem ser feitos para o cenário de pior caso &#8211; &#8220;worst case scenario&#8221; como dizem os americanos, é para desastre mesmo. Como comentei no post anterior, na minha visão, a AR serve para melhorar controles,ou seja, não adianta ter um excelente site backup se o local normal de trabalho é uma porcaria.<br />
Lembro também que definir um local alternativo é premissa básica para a eleboração das estratégias de continuidade, sem local alternativo sem PCN, sem local alternativo vc apenas mitiga riscos ou assume os riscos. Dai a importância do BIA como ferramenta de apoio para a priorização dos processos, pois nossa estratégia não pode ser simplesmente replicar o ambiente, o custo seria muito alto, como diz o ditado não podemos gastar vela boa com defunto ruim.<br />
Quanto a questão cultural, este é o maior desafio dos profissionais de GCN, pq a participação das pessoas é fundamental, afinal o principal motivador da GCN é a proteção das pessoas, sem elas nada acontece. Hoje existem estudos relacionados ao gerenciamento do medo, ou seja, esta tudo planejado, tenho local alternativo para trabalhar, mas a reação das pessoas é imprevisível. dependendo do tipo de incidente, dificilmente convencerie os funcionários a se deslocarem ao local alternativo. E o motivo é obvio, basta olhar para a piramide de Maslow, a primeira coisa que as pessoas irão se preocupar é com seu bem estar e com seus familiares, o trabalho fica em segundo plano ou em último.
<div class="comment-remix-meta"><a href="#" class="replyto" onclick="replyto('440','Guindani'); return false;">Reply</a>  &#8211; <a href="#" class="quote" onclick="quote('440','Guindani','Senhores,\r\nN&Atilde;&pound;o podemos confundir Gest&Atilde;&pound;o de Continuidade dos Neg&Atilde;&sup3;cios, Programa de Continuidade dos Neg&Atilde;&sup3;cios e Planos de Continuidade dos Neg&Atilde;&sup3;cios. Concordo que o programa &Atilde;&copy; focado no neg&Atilde;&sup3;cio e em suas necessidades, j&Atilde;&iexcl; foi o tempo em que PCN era uma quest&Atilde;&pound;o apenas de TI, hoje, mesmo no Brasil a ficha j&Atilde;&iexcl; caiu!\r\nMas os planos devem ser feitos para o cen&Atilde;&iexcl;rio de pior caso - \&quot;worst case scenario\&quot; como dizem os americanos, &Atilde;&copy; para desastre mesmo. Como comentei no post anterior, na minha vis&Atilde;&pound;o, a AR serve para melhorar controles,ou seja, n&Atilde;&pound;o adianta ter um excelente site backup se o local normal de trabalho &Atilde;&copy; uma porcaria.\r\nLembro tamb&Atilde;&copy;m que definir um local alternativo &Atilde;&copy; premissa b&Atilde;&iexcl;sica para a elebora&Atilde;&sect;&Atilde;&pound;o das estrat&Atilde;&copy;gias de continuidade, sem local alternativo sem PCN, sem local alternativo vc apenas mitiga riscos ou assume os riscos. Dai a import&Atilde;&cent;ncia do BIA como ferramenta de apoio para a prioriza&Atilde;&sect;&Atilde;&pound;o dos processos, pois nossa estrat&Atilde;&copy;gia n&Atilde;&pound;o pode ser simplesmente replicar o ambiente, o custo seria muito alto, como diz o ditado n&Atilde;&pound;o podemos gastar vela boa com defunto ruim.\r\nQuanto a quest&Atilde;&pound;o cultural, este &Atilde;&copy; o maior desafio dos profissionais de GCN, pq a participa&Atilde;&sect;&Atilde;&pound;o das pessoas &Atilde;&copy; fundamental, afinal o principal motivador da GCN &Atilde;&copy; a prote&Atilde;&sect;&Atilde;&pound;o das pessoas, sem elas nada acontece. Hoje existem estudos relacionados ao gerenciamento do medo, ou seja, esta tudo planejado, tenho local alternativo para trabalhar, mas a rea&Atilde;&sect;&Atilde;&pound;o das pessoas &Atilde;&copy; imprevis&Atilde;&shy;vel. dependendo do tipo de incidente, dificilmente convencerie os funcion&Atilde;&iexcl;rios a se deslocarem ao local alternativo. E o motivo &Atilde;&copy; obvio, basta olhar para a piramide de Maslow, a primeira coisa que as pessoas ir&Atilde;&pound;o se preocupar &Atilde;&copy; com seu bem estar e com seus familiares, o trabalho fica em segundo plano ou em &Atilde;&ordm;ltimo.'); return false;">Quote</a></div>
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	</item>
	<item>
		<title>By: Ricardo A. Reis</title>
		<link>http://wagnerelias.com/2007/06/08/business-impact-analysis/comment-page-1/#comment-438</link>
		<dc:creator>Ricardo A. Reis</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 03 Jul 2008 02:49:15 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://wagnerelias.com/2007/06/08/business-impact-analysis/#comment-438</guid>
		<description>Os planos de continuidade devem ser elaborados para o cenário de pior caso, OK?

Não, os programas de continuidade deve focar os objetivos do negócio..levando em conta
as expectativas de resiliência do comite executivo. 

Quando falamos de RA e BIA não estamos falando apenas de processos, muitas vezes o 
fator cultural fala muito mais forte.

E por mais que justifiquemos os framework&#039;s ERM estão muito mais maduros, diversas empresas
sem um projetos significativos de BC ja praticam ERM de forma coerente e levam em conta 
probabilidade, motricidade, matriz de risco, matriz de perda esperada e etc&#039;s.

Muitos projetos de BC/DR fracassam tanto na venda quanto na implementação por levar a palavra &quot;DISASTER&quot; muito a ferro e fogo.

Claro que cliente é cliente, mas em um projeto de bs 25999 eu deixaria o BIA sendo realizado pela 
equipe de &quot;ERM&quot; como estratégia para minimizar a resistência e possibilitando implementar a cultura de BCMS ja de inicio.&lt;div class=&quot;comment-remix-meta&quot;&gt;&lt;a href=&quot;#&quot; class=&quot;replyto&quot; onclick=&quot;replyto(&#039;438&#039;,&#039;Ricardo A. Reis&#039;); return false;&quot;&gt;Reply&lt;/a&gt;  - &lt;a href=&quot;#&quot; class=&quot;quote&quot; onclick=&quot;quote(&#039;438&#039;,&#039;Ricardo A. Reis&#039;,&#039;Os planos de continuidade devem ser elaborados para o cen&#195;&#161;rio de pior caso, OK?\r\n\r\nN&#195;&#163;o, os programas de continuidade deve focar os objetivos do neg&#195;&#179;cio..levando em conta\r\nas expectativas de resili&#195;&#170;ncia do comite executivo. \r\n\r\nQuando falamos de RA e BIA n&#195;&#163;o estamos falando apenas de processos, muitas vezes o \r\nfator cultural fala muito mais forte.\r\n\r\nE por mais que justifiquemos os framework\&#039;s ERM est&#195;&#163;o muito mais maduros, diversas empresas\r\nsem um projetos significativos de BC ja praticam ERM de forma coerente e levam em conta \r\nprobabilidade, motricidade, matriz de risco, matriz de perda esperada e etc\&#039;s.\r\n\r\nMuitos projetos de BC\/DR fracassam tanto na venda quanto na implementa&#195;&#167;&#195;&#163;o por levar a palavra \&quot;DISASTER\&quot; muito a ferro e fogo.\r\n\r\nClaro que cliente &#195;&#169; cliente, mas em um projeto de bs 25999 eu deixaria o BIA sendo realizado pela \r\nequipe de \&quot;ERM\&quot; como estrat&#195;&#169;gia para minimizar a resist&#195;&#170;ncia e possibilitando implementar a cultura de BCMS ja de inicio.&#039;); return false;&quot;&gt;Quote&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Os planos de continuidade devem ser elaborados para o cenário de pior caso, OK?</p>
<p>Não, os programas de continuidade deve focar os objetivos do negócio..levando em conta<br />
as expectativas de resiliência do comite executivo. </p>
<p>Quando falamos de RA e BIA não estamos falando apenas de processos, muitas vezes o<br />
fator cultural fala muito mais forte.</p>
<p>E por mais que justifiquemos os framework&#8217;s ERM estão muito mais maduros, diversas empresas<br />
sem um projetos significativos de BC ja praticam ERM de forma coerente e levam em conta<br />
probabilidade, motricidade, matriz de risco, matriz de perda esperada e etc&#8217;s.</p>
<p>Muitos projetos de BC/DR fracassam tanto na venda quanto na implementação por levar a palavra &#8220;DISASTER&#8221; muito a ferro e fogo.</p>
<p>Claro que cliente é cliente, mas em um projeto de bs 25999 eu deixaria o BIA sendo realizado pela<br />
equipe de &#8220;ERM&#8221; como estratégia para minimizar a resistência e possibilitando implementar a cultura de BCMS ja de inicio.
<div class="comment-remix-meta"><a href="#" class="replyto" onclick="replyto('438','Ricardo A. Reis'); return false;">Reply</a>  &#8211; <a href="#" class="quote" onclick="quote('438','Ricardo A. Reis','Os planos de continuidade devem ser elaborados para o cen&Atilde;&iexcl;rio de pior caso, OK?\r\n\r\nN&Atilde;&pound;o, os programas de continuidade deve focar os objetivos do neg&Atilde;&sup3;cio..levando em conta\r\nas expectativas de resili&Atilde;&ordf;ncia do comite executivo. \r\n\r\nQuando falamos de RA e BIA n&Atilde;&pound;o estamos falando apenas de processos, muitas vezes o \r\nfator cultural fala muito mais forte.\r\n\r\nE por mais que justifiquemos os framework\'s ERM est&Atilde;&pound;o muito mais maduros, diversas empresas\r\nsem um projetos significativos de BC ja praticam ERM de forma coerente e levam em conta \r\nprobabilidade, motricidade, matriz de risco, matriz de perda esperada e etc\'s.\r\n\r\nMuitos projetos de BC\/DR fracassam tanto na venda quanto na implementa&Atilde;&sect;&Atilde;&pound;o por levar a palavra \&quot;DISASTER\&quot; muito a ferro e fogo.\r\n\r\nClaro que cliente &Atilde;&copy; cliente, mas em um projeto de bs 25999 eu deixaria o BIA sendo realizado pela \r\nequipe de \&quot;ERM\&quot; como estrat&Atilde;&copy;gia para minimizar a resist&Atilde;&ordf;ncia e possibilitando implementar a cultura de BCMS ja de inicio.'); return false;">Quote</a></div>
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	<item>
		<title>By: Elias Wagner</title>
		<link>http://wagnerelias.com/2007/06/08/business-impact-analysis/comment-page-1/#comment-437</link>
		<dc:creator>Elias Wagner</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 02 Jul 2008 22:11:32 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://wagnerelias.com/2007/06/08/business-impact-analysis/#comment-437</guid>
		<description>Olá Guindani,

primeiro obrigado por participar da discussão e troca de experiências...

Você tem toda razão quando fala do objetivo da BIA e sobre a priorização no tratamento de riscos...Pode procurar por outros posts onde eu deixo claro exatamente isto.

Quanto a ordem de execução de AR e BIA, concordo que elas podem ser executadas em paralelo e são complementares...

O que pretendi esclarecer no conteúdo é, não é possível realizar uma BIA sem conhecimento dos riscos. Eu posso até fazer em paralelo, mas o input da AR deve ser usado na BIA. O que acontece é que muitas pessoas não executam a AR, ai fazem BIA apenas para justificar investimento sem um conhecimento claro dos riscos ou fazem um AR depois da BIA. Ou seja, os inputs da AR não foram consideradas na BIA.

BCP são planos de respostas e isso será implementado de acordo com a BIA e posteriormente a definição de estratégia. O AR além de input é também ferramenta para melhorias de controles, como você mencionou.&lt;div class=&quot;comment-remix-meta&quot;&gt;&lt;a href=&quot;#&quot; class=&quot;replyto&quot; onclick=&quot;replyto(&#039;437&#039;,&#039;Elias Wagner&#039;); return false;&quot;&gt;Reply&lt;/a&gt;  - &lt;a href=&quot;#&quot; class=&quot;quote&quot; onclick=&quot;quote(&#039;437&#039;,&#039;Elias Wagner&#039;,&#039;Ol&#195;&#161; Guindani,\r\n\r\nprimeiro obrigado por participar da discuss&#195;&#163;o e troca de experi&#195;&#170;ncias...\r\n\r\nVoc&#195;&#170; tem toda raz&#195;&#163;o quando fala do objetivo da BIA e sobre a prioriza&#195;&#167;&#195;&#163;o no tratamento de riscos...Pode procurar por outros posts onde eu deixo claro exatamente isto.\r\n\r\nQuanto a ordem de execu&#195;&#167;&#195;&#163;o de AR e BIA, concordo que elas podem ser executadas em paralelo e s&#195;&#163;o complementares...\r\n\r\nO que pretendi esclarecer no conte&#195;&#186;do &#195;&#169;, n&#195;&#163;o &#195;&#169; poss&#195;&#173;vel realizar uma BIA sem conhecimento dos riscos. Eu posso at&#195;&#169; fazer em paralelo, mas o input da AR deve ser usado na BIA. O que acontece &#195;&#169; que muitas pessoas n&#195;&#163;o executam a AR, ai fazem BIA apenas para justificar investimento sem um conhecimento claro dos riscos ou fazem um AR depois da BIA. Ou seja, os inputs da AR n&#195;&#163;o foram consideradas na BIA.\r\n\r\nBCP s&#195;&#163;o planos de respostas e isso ser&#195;&#161; implementado de acordo com a BIA e posteriormente a defini&#195;&#167;&#195;&#163;o de estrat&#195;&#169;gia. O AR al&#195;&#169;m de input &#195;&#169; tamb&#195;&#169;m ferramenta para melhorias de controles, como voc&#195;&#170; mencionou.&#039;); return false;&quot;&gt;Quote&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Olá Guindani,</p>
<p>primeiro obrigado por participar da discussão e troca de experiências&#8230;</p>
<p>Você tem toda razão quando fala do objetivo da BIA e sobre a priorização no tratamento de riscos&#8230;Pode procurar por outros posts onde eu deixo claro exatamente isto.</p>
<p>Quanto a ordem de execução de AR e BIA, concordo que elas podem ser executadas em paralelo e são complementares&#8230;</p>
<p>O que pretendi esclarecer no conteúdo é, não é possível realizar uma BIA sem conhecimento dos riscos. Eu posso até fazer em paralelo, mas o input da AR deve ser usado na BIA. O que acontece é que muitas pessoas não executam a AR, ai fazem BIA apenas para justificar investimento sem um conhecimento claro dos riscos ou fazem um AR depois da BIA. Ou seja, os inputs da AR não foram consideradas na BIA.</p>
<p>BCP são planos de respostas e isso será implementado de acordo com a BIA e posteriormente a definição de estratégia. O AR além de input é também ferramenta para melhorias de controles, como você mencionou.
<div class="comment-remix-meta"><a href="#" class="replyto" onclick="replyto('437','Elias Wagner'); return false;">Reply</a>  &#8211; <a href="#" class="quote" onclick="quote('437','Elias Wagner','Ol&Atilde;&iexcl; Guindani,\r\n\r\nprimeiro obrigado por participar da discuss&Atilde;&pound;o e troca de experi&Atilde;&ordf;ncias...\r\n\r\nVoc&Atilde;&ordf; tem toda raz&Atilde;&pound;o quando fala do objetivo da BIA e sobre a prioriza&Atilde;&sect;&Atilde;&pound;o no tratamento de riscos...Pode procurar por outros posts onde eu deixo claro exatamente isto.\r\n\r\nQuanto a ordem de execu&Atilde;&sect;&Atilde;&pound;o de AR e BIA, concordo que elas podem ser executadas em paralelo e s&Atilde;&pound;o complementares...\r\n\r\nO que pretendi esclarecer no conte&Atilde;&ordm;do &Atilde;&copy;, n&Atilde;&pound;o &Atilde;&copy; poss&Atilde;&shy;vel realizar uma BIA sem conhecimento dos riscos. Eu posso at&Atilde;&copy; fazer em paralelo, mas o input da AR deve ser usado na BIA. O que acontece &Atilde;&copy; que muitas pessoas n&Atilde;&pound;o executam a AR, ai fazem BIA apenas para justificar investimento sem um conhecimento claro dos riscos ou fazem um AR depois da BIA. Ou seja, os inputs da AR n&Atilde;&pound;o foram consideradas na BIA.\r\n\r\nBCP s&Atilde;&pound;o planos de respostas e isso ser&Atilde;&iexcl; implementado de acordo com a BIA e posteriormente a defini&Atilde;&sect;&Atilde;&pound;o de estrat&Atilde;&copy;gia. O AR al&Atilde;&copy;m de input &Atilde;&copy; tamb&Atilde;&copy;m ferramenta para melhorias de controles, como voc&Atilde;&ordf; mencionou.'); return false;">Quote</a></div>
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		<title>By: Guindani</title>
		<link>http://wagnerelias.com/2007/06/08/business-impact-analysis/comment-page-1/#comment-436</link>
		<dc:creator>Guindani</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 02 Jul 2008 21:47:31 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://wagnerelias.com/2007/06/08/business-impact-analysis/#comment-436</guid>
		<description>Senhores,
Vou discordar. Os planos de continuidade devem ser elaborados para o cenário de pior caso, OK? 
Estes cenários normalmente serão classificados com baixa probabilidade e alto impacto, tendo menos peso no resultado da avaliaçãode risco.
Realizo o BIA para focar os investimentos nos processos críticos e definir estratégias adequadas a estes processos no cenário de pior caso.
Então a análise de risco(físico e lógico) e o BIA tem objetivos complementares, mas não tem uma ordem correta para a aplicação, inclusive podem ocorrer de forma independente, dependendo do escopo do projeto. 

Vamos imaginar um datacenter, vc necessita do BIA para definir as prioridades, ou seja, quais sistemas suportam processos de negócios críticos e com RTO reduzido. Para estes sistemas vc vai implementar uma estratégia de HOTSITE, por exemplo,sem necessitar de avaliação de risco para tomar esta decisão. Vc faz a avaliação de risco para melhorar os controles existentes no datacenter, como equipamentos de prevenção de incêndio, gerador, controle de acesso, etc., mas não prepara o local para a queda de uma aeronave.&lt;div class=&quot;comment-remix-meta&quot;&gt;&lt;a href=&quot;#&quot; class=&quot;replyto&quot; onclick=&quot;replyto(&#039;436&#039;,&#039;Guindani&#039;); return false;&quot;&gt;Reply&lt;/a&gt;  - &lt;a href=&quot;#&quot; class=&quot;quote&quot; onclick=&quot;quote(&#039;436&#039;,&#039;Guindani&#039;,&#039;Senhores,\r\nVou discordar. Os planos de continuidade devem ser elaborados para o cen&#195;&#161;rio de pior caso, OK? \r\nEstes cen&#195;&#161;rios normalmente ser&#195;&#163;o classificados com baixa probabilidade e alto impacto, tendo menos peso no resultado da avalia&#195;&#167;&#195;&#163;ode risco.\r\nRealizo o BIA para focar os investimentos nos processos cr&#195;&#173;ticos e definir estrat&#195;&#169;gias adequadas a estes processos no cen&#195;&#161;rio de pior caso.\r\nEnt&#195;&#163;o a an&#195;&#161;lise de risco(f&#195;&#173;sico e l&#195;&#179;gico) e o BIA tem objetivos complementares, mas n&#195;&#163;o tem uma ordem correta para a aplica&#195;&#167;&#195;&#163;o, inclusive podem ocorrer de forma independente, dependendo do escopo do projeto. \r\n\r\nVamos imaginar um datacenter, vc necessita do BIA para definir as prioridades, ou seja, quais sistemas suportam processos de neg&#195;&#179;cios cr&#195;&#173;ticos e com RTO reduzido. Para estes sistemas vc vai implementar uma estrat&#195;&#169;gia de HOTSITE, por exemplo,sem necessitar de avalia&#195;&#167;&#195;&#163;o de risco para tomar esta decis&#195;&#163;o. Vc faz a avalia&#195;&#167;&#195;&#163;o de risco para melhorar os controles existentes no datacenter, como equipamentos de preven&#195;&#167;&#195;&#163;o de inc&#195;&#170;ndio, gerador, controle de acesso, etc., mas n&#195;&#163;o prepara o local para a queda de uma aeronave.&#039;); return false;&quot;&gt;Quote&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Senhores,<br />
Vou discordar. Os planos de continuidade devem ser elaborados para o cenário de pior caso, OK?<br />
Estes cenários normalmente serão classificados com baixa probabilidade e alto impacto, tendo menos peso no resultado da avaliaçãode risco.<br />
Realizo o BIA para focar os investimentos nos processos críticos e definir estratégias adequadas a estes processos no cenário de pior caso.<br />
Então a análise de risco(físico e lógico) e o BIA tem objetivos complementares, mas não tem uma ordem correta para a aplicação, inclusive podem ocorrer de forma independente, dependendo do escopo do projeto. </p>
<p>Vamos imaginar um datacenter, vc necessita do BIA para definir as prioridades, ou seja, quais sistemas suportam processos de negócios críticos e com RTO reduzido. Para estes sistemas vc vai implementar uma estratégia de HOTSITE, por exemplo,sem necessitar de avaliação de risco para tomar esta decisão. Vc faz a avaliação de risco para melhorar os controles existentes no datacenter, como equipamentos de prevenção de incêndio, gerador, controle de acesso, etc., mas não prepara o local para a queda de uma aeronave.
<div class="comment-remix-meta"><a href="#" class="replyto" onclick="replyto('436','Guindani'); return false;">Reply</a>  &#8211; <a href="#" class="quote" onclick="quote('436','Guindani','Senhores,\r\nVou discordar. Os planos de continuidade devem ser elaborados para o cen&Atilde;&iexcl;rio de pior caso, OK? \r\nEstes cen&Atilde;&iexcl;rios normalmente ser&Atilde;&pound;o classificados com baixa probabilidade e alto impacto, tendo menos peso no resultado da avalia&Atilde;&sect;&Atilde;&pound;ode risco.\r\nRealizo o BIA para focar os investimentos nos processos cr&Atilde;&shy;ticos e definir estrat&Atilde;&copy;gias adequadas a estes processos no cen&Atilde;&iexcl;rio de pior caso.\r\nEnt&Atilde;&pound;o a an&Atilde;&iexcl;lise de risco(f&Atilde;&shy;sico e l&Atilde;&sup3;gico) e o BIA tem objetivos complementares, mas n&Atilde;&pound;o tem uma ordem correta para a aplica&Atilde;&sect;&Atilde;&pound;o, inclusive podem ocorrer de forma independente, dependendo do escopo do projeto. \r\n\r\nVamos imaginar um datacenter, vc necessita do BIA para definir as prioridades, ou seja, quais sistemas suportam processos de neg&Atilde;&sup3;cios cr&Atilde;&shy;ticos e com RTO reduzido. Para estes sistemas vc vai implementar uma estrat&Atilde;&copy;gia de HOTSITE, por exemplo,sem necessitar de avalia&Atilde;&sect;&Atilde;&pound;o de risco para tomar esta decis&Atilde;&pound;o. Vc faz a avalia&Atilde;&sect;&Atilde;&pound;o de risco para melhorar os controles existentes no datacenter, como equipamentos de preven&Atilde;&sect;&Atilde;&pound;o de inc&Atilde;&ordf;ndio, gerador, controle de acesso, etc., mas n&Atilde;&pound;o prepara o local para a queda de uma aeronave.'); return false;">Quote</a></div>
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	<item>
		<title>By: Ricardo A. Reis</title>
		<link>http://wagnerelias.com/2007/06/08/business-impact-analysis/comment-page-1/#comment-406</link>
		<dc:creator>Ricardo A. Reis</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 25 May 2008 15:44:42 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://wagnerelias.com/2007/06/08/business-impact-analysis/#comment-406</guid>
		<description>Blz..Wagner

Tenho que concordar com vc, sobre as iniciativas de RA..mas não tenho convicção que esse problema é nacional...existe uma crescente demanda por ERM e claramente não parte do mercado nacional.

Normas como a 4360 e diversas metodologias discutidas na união européia fazem esse mercado 
desenvolver-se muito mais rápido que o de BCM.

Relendo a BS 25999, podemos observar que a BS sabe disso, tanto que compara as realidade encontradas por um gestor de BCM e um de ERM.

Creio que o problema seja realmente a profundidade, a área de BS 25999 não acredita como nós que ERM seja possível de prever 100% dos cenários possíveis, e sendo assim recomenda o contrário BIA -&gt; RA.

Como vc eu acredito em RA -&gt; BIA, mas em uma instituição onde já existe ERM seria refazer o trabalho implementar a BS 25999 na forma como esta  escrita.

Voltaremos a discutir quando a ISO 31k sair do forno.

[]&#039;s...&lt;div class=&quot;comment-remix-meta&quot;&gt;&lt;a href=&quot;#&quot; class=&quot;replyto&quot; onclick=&quot;replyto(&#039;406&#039;,&#039;Ricardo A. Reis&#039;); return false;&quot;&gt;Reply&lt;/a&gt;  - &lt;a href=&quot;#&quot; class=&quot;quote&quot; onclick=&quot;quote(&#039;406&#039;,&#039;Ricardo A. Reis&#039;,&#039;Blz..Wagner\r\n\r\nTenho que concordar com vc, sobre as iniciativas de RA..mas n&#195;&#163;o tenho convic&#195;&#167;&#195;&#163;o que esse problema &#195;&#169; nacional...existe uma crescente demanda por ERM e claramente n&#195;&#163;o parte do mercado nacional.\r\n\r\nNormas como a 4360 e diversas metodologias discutidas na uni&#195;&#163;o europ&#195;&#169;ia fazem esse mercado \r\ndesenvolver-se muito mais r&#195;&#161;pido que o de BCM.\r\n\r\nRelendo a BS 25999, podemos observar que a BS sabe disso, tanto que compara as realidade encontradas por um gestor de BCM e um de ERM.\r\n\r\nCreio que o problema seja realmente a profundidade, a &#195;&#161;rea de BS 25999 n&#195;&#163;o acredita como n&#195;&#179;s que ERM seja poss&#195;&#173;vel de prever 100% dos cen&#195;&#161;rios poss&#195;&#173;veis, e sendo assim recomenda o contr&#195;&#161;rio BIA -&gt; RA.\r\n\r\nComo vc eu acredito em RA -&gt; BIA, mas em uma institui&#195;&#167;&#195;&#163;o onde j&#195;&#161; existe ERM seria refazer o trabalho implementar a BS 25999 na forma como esta  escrita.\r\n\r\nVoltaremos a discutir quando a ISO 31k sair do forno.\r\n\r\n&#091;&#093;\&#039;s...&#039;); return false;&quot;&gt;Quote&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Blz..Wagner</p>
<p>Tenho que concordar com vc, sobre as iniciativas de RA..mas não tenho convicção que esse problema é nacional&#8230;existe uma crescente demanda por ERM e claramente não parte do mercado nacional.</p>
<p>Normas como a 4360 e diversas metodologias discutidas na união européia fazem esse mercado<br />
desenvolver-se muito mais rápido que o de BCM.</p>
<p>Relendo a BS 25999, podemos observar que a BS sabe disso, tanto que compara as realidade encontradas por um gestor de BCM e um de ERM.</p>
<p>Creio que o problema seja realmente a profundidade, a área de BS 25999 não acredita como nós que ERM seja possível de prever 100% dos cenários possíveis, e sendo assim recomenda o contrário BIA -&gt; RA.</p>
<p>Como vc eu acredito em RA -&gt; BIA, mas em uma instituição onde já existe ERM seria refazer o trabalho implementar a BS 25999 na forma como esta  escrita.</p>
<p>Voltaremos a discutir quando a ISO 31k sair do forno.</p>
<p>[]&#8216;s&#8230;
<div class="comment-remix-meta"><a href="#" class="replyto" onclick="replyto('406','Ricardo A. Reis'); return false;">Reply</a>  &#8211; <a href="#" class="quote" onclick="quote('406','Ricardo A. Reis','Blz..Wagner\r\n\r\nTenho que concordar com vc, sobre as iniciativas de RA..mas n&Atilde;&pound;o tenho convic&Atilde;&sect;&Atilde;&pound;o que esse problema &Atilde;&copy; nacional...existe uma crescente demanda por ERM e claramente n&Atilde;&pound;o parte do mercado nacional.\r\n\r\nNormas como a 4360 e diversas metodologias discutidas na uni&Atilde;&pound;o europ&Atilde;&copy;ia fazem esse mercado \r\ndesenvolver-se muito mais r&Atilde;&iexcl;pido que o de BCM.\r\n\r\nRelendo a BS 25999, podemos observar que a BS sabe disso, tanto que compara as realidade encontradas por um gestor de BCM e um de ERM.\r\n\r\nCreio que o problema seja realmente a profundidade, a &Atilde;&iexcl;rea de BS 25999 n&Atilde;&pound;o acredita como n&Atilde;&sup3;s que ERM seja poss&Atilde;&shy;vel de prever 100% dos cen&Atilde;&iexcl;rios poss&Atilde;&shy;veis, e sendo assim recomenda o contr&Atilde;&iexcl;rio BIA -&amp;gt; RA.\r\n\r\nComo vc eu acredito em RA -&amp;gt; BIA, mas em uma institui&Atilde;&sect;&Atilde;&pound;o onde j&Atilde;&iexcl; existe ERM seria refazer o trabalho implementar a BS 25999 na forma como esta  escrita.\r\n\r\nVoltaremos a discutir quando a ISO 31k sair do forno.\r\n\r\n&amp;#91;&amp;#93;\'s...'); return false;">Quote</a></div>
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	</item>
	<item>
		<title>By: Elias Wagner</title>
		<link>http://wagnerelias.com/2007/06/08/business-impact-analysis/comment-page-1/#comment-405</link>
		<dc:creator>Elias Wagner</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 25 May 2008 15:13:15 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://wagnerelias.com/2007/06/08/business-impact-analysis/#comment-405</guid>
		<description>Oi Ricardo,

eu já li este livro do Brasiliano e vários outros que seguem a linha do Brasiliano.

Agora, existem várias abordagem de análise de riscos, cada uma com características específicas. O que eu não acho racional nas abordagens generalizadas como a do Brasiliano é: eles agem como só ouvesse uma análise de riscos. O que não é verdade. Por exemplo: uma análise de riscos de BCP não vai substituir ou ter a mesma abrangência de uma análise de riscos focada em ativos como a de um sistema de gestão (ISO 27001).

Portanto, o correto é realmente, fazer uma análise de riscos e depois a BIA. A AR é subsídio, input para a BIA. E acho que a abordagem do Brasiliano peca no excesso, afinal eles defendem/aplicam uma análise de riscos que considere tudo e isso é impraticável.

Obrigado por comentar e fomentar a discussão sobre o tema.&lt;div class=&quot;comment-remix-meta&quot;&gt;&lt;a href=&quot;#&quot; class=&quot;replyto&quot; onclick=&quot;replyto(&#039;405&#039;,&#039;Elias Wagner&#039;); return false;&quot;&gt;Reply&lt;/a&gt;  - &lt;a href=&quot;#&quot; class=&quot;quote&quot; onclick=&quot;quote(&#039;405&#039;,&#039;Elias Wagner&#039;,&#039;Oi Ricardo,\r\n\r\neu j&#195;&#161; li este livro do Brasiliano e v&#195;&#161;rios outros que seguem a linha do Brasiliano.\r\n\r\nAgora, existem v&#195;&#161;rias abordagem de an&#195;&#161;lise de riscos, cada uma com caracter&#195;&#173;sticas espec&#195;&#173;ficas. O que eu n&#195;&#163;o acho racional nas abordagens generalizadas como a do Brasiliano &#195;&#169;: eles agem como s&#195;&#179; ouvesse uma an&#195;&#161;lise de riscos. O que n&#195;&#163;o &#195;&#169; verdade. Por exemplo: uma an&#195;&#161;lise de riscos de BCP n&#195;&#163;o vai substituir ou ter a mesma abrang&#195;&#170;ncia de uma an&#195;&#161;lise de riscos focada em ativos como a de um sistema de gest&#195;&#163;o (ISO 27001).\r\n\r\nPortanto, o correto &#195;&#169; realmente, fazer uma an&#195;&#161;lise de riscos e depois a BIA. A AR &#195;&#169; subs&#195;&#173;dio, input para a BIA. E acho que a abordagem do Brasiliano peca no excesso, afinal eles defendem\/aplicam uma an&#195;&#161;lise de riscos que considere tudo e isso &#195;&#169; impratic&#195;&#161;vel.\r\n\r\nObrigado por comentar e fomentar a discuss&#195;&#163;o sobre o tema.&#039;); return false;&quot;&gt;Quote&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Oi Ricardo,</p>
<p>eu já li este livro do Brasiliano e vários outros que seguem a linha do Brasiliano.</p>
<p>Agora, existem várias abordagem de análise de riscos, cada uma com características específicas. O que eu não acho racional nas abordagens generalizadas como a do Brasiliano é: eles agem como só ouvesse uma análise de riscos. O que não é verdade. Por exemplo: uma análise de riscos de BCP não vai substituir ou ter a mesma abrangência de uma análise de riscos focada em ativos como a de um sistema de gestão (ISO 27001).</p>
<p>Portanto, o correto é realmente, fazer uma análise de riscos e depois a BIA. A AR é subsídio, input para a BIA. E acho que a abordagem do Brasiliano peca no excesso, afinal eles defendem/aplicam uma análise de riscos que considere tudo e isso é impraticável.</p>
<p>Obrigado por comentar e fomentar a discussão sobre o tema.
<div class="comment-remix-meta"><a href="#" class="replyto" onclick="replyto('405','Elias Wagner'); return false;">Reply</a>  &#8211; <a href="#" class="quote" onclick="quote('405','Elias Wagner','Oi Ricardo,\r\n\r\neu j&Atilde;&iexcl; li este livro do Brasiliano e v&Atilde;&iexcl;rios outros que seguem a linha do Brasiliano.\r\n\r\nAgora, existem v&Atilde;&iexcl;rias abordagem de an&Atilde;&iexcl;lise de riscos, cada uma com caracter&Atilde;&shy;sticas espec&Atilde;&shy;ficas. O que eu n&Atilde;&pound;o acho racional nas abordagens generalizadas como a do Brasiliano &Atilde;&copy;: eles agem como s&Atilde;&sup3; ouvesse uma an&Atilde;&iexcl;lise de riscos. O que n&Atilde;&pound;o &Atilde;&copy; verdade. Por exemplo: uma an&Atilde;&iexcl;lise de riscos de BCP n&Atilde;&pound;o vai substituir ou ter a mesma abrang&Atilde;&ordf;ncia de uma an&Atilde;&iexcl;lise de riscos focada em ativos como a de um sistema de gest&Atilde;&pound;o (ISO 27001).\r\n\r\nPortanto, o correto &Atilde;&copy; realmente, fazer uma an&Atilde;&iexcl;lise de riscos e depois a BIA. A AR &Atilde;&copy; subs&Atilde;&shy;dio, input para a BIA. E acho que a abordagem do Brasiliano peca no excesso, afinal eles defendem\/aplicam uma an&Atilde;&iexcl;lise de riscos que considere tudo e isso &Atilde;&copy; impratic&Atilde;&iexcl;vel.\r\n\r\nObrigado por comentar e fomentar a discuss&Atilde;&pound;o sobre o tema.'); return false;">Quote</a></div>
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	</item>
	<item>
		<title>By: Ricardo A. Reis</title>
		<link>http://wagnerelias.com/2007/06/08/business-impact-analysis/comment-page-1/#comment-404</link>
		<dc:creator>Ricardo A. Reis</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 24 May 2008 13:51:44 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://wagnerelias.com/2007/06/08/business-impact-analysis/#comment-404</guid>
		<description></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Fiquei de responder a essa pergunta a um bom tempo ..acho que agora vai&#8230;</p>
<p>Analisando as 10 praticas do DRII e GPG atualizado de 2008 do BCI, eu  notei grande influencia do mercado nacional as praticas recomendadas na BS 25999 onde &#8230;</p>
<p>“Within the BCM programme, a RA should focus on the specific technologies and inherent risks of the business activities identified as most urgent in the BIA results rather than on all risks to the organisation.”   BS 25999-1 Section 6</p>
<p>E notável a influencia da cultura do mercado Inglês na BS 25999, mas  acredito que a sua implementação no mercado brasileiro precisa ser remodelada. </p>
<p>Notáveis de RA no Brasil como Brasiliano recomendam RA seguindo do BIA, o mesmo  pode ser observado no livro “Manual de Analise de Risco Corporativo do Brasiliano”.</p>
<p>Em um pais onde o mercado de RA esta muito mais maduro e desenvolvido, devido influencia direta do mercado Americano as consultorias deveriam repensas suas estratégias afim de mitigar as resistências.
<div class="comment-remix-meta"><a href="#" class="replyto" onclick="replyto('404','Ricardo A. Reis'); return false;">Reply</a>  &#8211; <a href="#" class="quote" onclick="quote('404','Ricardo A. Reis','Fiquei de responder a essa pergunta a um bom tempo ..acho que agora vai...\r\n\r\nAnalisando as 10 praticas do DRII e GPG atualizado de 2008 do BCI, eu  notei grande influencia do mercado nacional as praticas recomendadas na BS 25999 onde ...\r\n\r\n&acirc;Within the BCM programme, a RA should focus on the specific technologies and inherent risks of the business activities identified as most urgent in the BIA results rather than on all risks to the organisation.&acirc;   BS 25999-1 Section 6\r\n\r\nE not&Atilde;&iexcl;vel a influencia da cultura do mercado Ingl&Atilde;&ordf;s na BS 25999, mas  acredito que a sua implementa&Atilde;&sect;&Atilde;&pound;o no mercado brasileiro precisa ser remodelada. \r\n\r\nNot&Atilde;&iexcl;veis de RA no Brasil como Brasiliano recomendam RA seguindo do BIA, o mesmo  pode ser observado no livro &acirc;Manual de Analise de Risco Corporativo do Brasiliano&acirc;.\r\n\r\nEm um pais onde o mercado de RA esta muito mais maduro e desenvolvido, devido influencia direta do mercado Americano as consultorias deveriam repensas suas estrat&Atilde;&copy;gias afim de mitigar as resist&Atilde;&ordf;ncias.'); return false;">Quote</a></div>
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	</item>
	<item>
		<title>By: admin</title>
		<link>http://wagnerelias.com/2007/06/08/business-impact-analysis/comment-page-1/#comment-192</link>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Aug 2007 19:18:27 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://wagnerelias.com/2007/06/08/business-impact-analysis/#comment-192</guid>
		<description>Realmente Augusto, é uma visão muito forte nas ameaças e nos controles implementados para diminuir a probabilidade delas acontecerem.&lt;div class=&quot;comment-remix-meta&quot;&gt;&lt;a href=&quot;#&quot; class=&quot;replyto&quot; onclick=&quot;replyto(&#039;192&#039;,&#039;admin&#039;); return false;&quot;&gt;Reply&lt;/a&gt;  - &lt;a href=&quot;#&quot; class=&quot;quote&quot; onclick=&quot;quote(&#039;192&#039;,&#039;admin&#039;,&#039;Realmente Augusto, &#195;&#169; uma vis&#195;&#163;o muito forte nas amea&#195;&#167;as e nos controles implementados para diminuir a probabilidade delas acontecerem.&#039;); return false;&quot;&gt;Quote&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Realmente Augusto, é uma visão muito forte nas ameaças e nos controles implementados para diminuir a probabilidade delas acontecerem.
<div class="comment-remix-meta"><a href="#" class="replyto" onclick="replyto('192','admin'); return false;">Reply</a>  &#8211; <a href="#" class="quote" onclick="quote('192','admin','Realmente Augusto, &Atilde;&copy; uma vis&Atilde;&pound;o muito forte nas amea&Atilde;&sect;as e nos controles implementados para diminuir a probabilidade delas acontecerem.'); return false;">Quote</a></div>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>By: Augusto</title>
		<link>http://wagnerelias.com/2007/06/08/business-impact-analysis/comment-page-1/#comment-191</link>
		<dc:creator>Augusto</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Aug 2007 18:41:42 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://wagnerelias.com/2007/06/08/business-impact-analysis/#comment-191</guid>
		<description>Wagner, já conversamos disso antes, mas pela sua descrição entendo que a nomenclatura do DRII para &quot;análise de risco&quot; seria mais uma &quot;análise de ameaças&quot;, não? Afinal de contas, o básico do básico mostra que sem conhecer o impacto não se conhece o risco.

Algo similar ao que acontece com a famosa &quot;threat analysis&quot; da Microsoft...&lt;div class=&quot;comment-remix-meta&quot;&gt;&lt;a href=&quot;#&quot; class=&quot;replyto&quot; onclick=&quot;replyto(&#039;191&#039;,&#039;Augusto&#039;); return false;&quot;&gt;Reply&lt;/a&gt;  - &lt;a href=&quot;#&quot; class=&quot;quote&quot; onclick=&quot;quote(&#039;191&#039;,&#039;Augusto&#039;,&#039;Wagner, j&#195;&#161; conversamos disso antes, mas pela sua descri&#195;&#167;&#195;&#163;o entendo que a nomenclatura do DRII para \&quot;an&#195;&#161;lise de risco\&quot; seria mais uma \&quot;an&#195;&#161;lise de amea&#195;&#167;as\&quot;, n&#195;&#163;o? Afinal de contas, o b&#195;&#161;sico do b&#195;&#161;sico mostra que sem conhecer o impacto n&#195;&#163;o se conhece o risco.\r\n\r\nAlgo similar ao que acontece com a famosa \&quot;threat analysis\&quot; da Microsoft...&#039;); return false;&quot;&gt;Quote&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Wagner, já conversamos disso antes, mas pela sua descrição entendo que a nomenclatura do DRII para &#8220;análise de risco&#8221; seria mais uma &#8220;análise de ameaças&#8221;, não? Afinal de contas, o básico do básico mostra que sem conhecer o impacto não se conhece o risco.</p>
<p>Algo similar ao que acontece com a famosa &#8220;threat analysis&#8221; da Microsoft&#8230;
<div class="comment-remix-meta"><a href="#" class="replyto" onclick="replyto('191','Augusto'); return false;">Reply</a>  &#8211; <a href="#" class="quote" onclick="quote('191','Augusto','Wagner, j&Atilde;&iexcl; conversamos disso antes, mas pela sua descri&Atilde;&sect;&Atilde;&pound;o entendo que a nomenclatura do DRII para \&quot;an&Atilde;&iexcl;lise de risco\&quot; seria mais uma \&quot;an&Atilde;&iexcl;lise de amea&Atilde;&sect;as\&quot;, n&Atilde;&pound;o? Afinal de contas, o b&Atilde;&iexcl;sico do b&Atilde;&iexcl;sico mostra que sem conhecer o impacto n&Atilde;&pound;o se conhece o risco.\r\n\r\nAlgo similar ao que acontece com a famosa \&quot;threat analysis\&quot; da Microsoft...'); return false;">Quote</a></div>
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	</item>
	<item>
		<title>By: admin</title>
		<link>http://wagnerelias.com/2007/06/08/business-impact-analysis/comment-page-1/#comment-179</link>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 10 Jun 2007 10:52:48 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://wagnerelias.com/2007/06/08/business-impact-analysis/#comment-179</guid>
		<description>O que me assusta é a quantidade de bobagens que eu ouço, leio por aí. Outro dia me perguntaram se eu fazia uma BIA de TI, porque uma consultoria havia oferecido uma ferramenta que fazia isso automaticamente. Acredite se quiser.&lt;div class=&quot;comment-remix-meta&quot;&gt;&lt;a href=&quot;#&quot; class=&quot;replyto&quot; onclick=&quot;replyto(&#039;179&#039;,&#039;admin&#039;); return false;&quot;&gt;Reply&lt;/a&gt;  - &lt;a href=&quot;#&quot; class=&quot;quote&quot; onclick=&quot;quote(&#039;179&#039;,&#039;admin&#039;,&#039;O que me assusta &#195;&#169; a quantidade de bobagens que eu ou&#195;&#167;o, leio por a&#195;&#173;. Outro dia me perguntaram se eu fazia uma BIA de TI, porque uma consultoria havia oferecido uma ferramenta que fazia isso automaticamente. Acredite se quiser.&#039;); return false;&quot;&gt;Quote&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>O que me assusta é a quantidade de bobagens que eu ouço, leio por aí. Outro dia me perguntaram se eu fazia uma BIA de TI, porque uma consultoria havia oferecido uma ferramenta que fazia isso automaticamente. Acredite se quiser.
<div class="comment-remix-meta"><a href="#" class="replyto" onclick="replyto('179','admin'); return false;">Reply</a>  &#8211; <a href="#" class="quote" onclick="quote('179','admin','O que me assusta &Atilde;&copy; a quantidade de bobagens que eu ou&Atilde;&sect;o, leio por a&Atilde;&shy;. Outro dia me perguntaram se eu fazia uma BIA de TI, porque uma consultoria havia oferecido uma ferramenta que fazia isso automaticamente. Acredite se quiser.'); return false;">Quote</a></div>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>By: Eduardo Neves</title>
		<link>http://wagnerelias.com/2007/06/08/business-impact-analysis/comment-page-1/#comment-177</link>
		<dc:creator>Eduardo Neves</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 10 Jun 2007 10:04:24 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://wagnerelias.com/2007/06/08/business-impact-analysis/#comment-177</guid>
		<description>Wagner, e ainda existem organizações que querem saber o orçamento de um PCN sem fazer o BIA ... quanta dificuldade de entender conceitos básicos. Parabéns pelo post, instrutivo e simples, é isso aí.&lt;div class=&quot;comment-remix-meta&quot;&gt;&lt;a href=&quot;#&quot; class=&quot;replyto&quot; onclick=&quot;replyto(&#039;177&#039;,&#039;Eduardo Neves&#039;); return false;&quot;&gt;Reply&lt;/a&gt;  - &lt;a href=&quot;#&quot; class=&quot;quote&quot; onclick=&quot;quote(&#039;177&#039;,&#039;Eduardo Neves&#039;,&#039;Wagner, e ainda existem organiza&#195;&#167;&#195;&#181;es que querem saber o or&#195;&#167;amento de um PCN sem fazer o BIA ... quanta dificuldade de entender conceitos b&#195;&#161;sicos. Parab&#195;&#169;ns pelo post, instrutivo e simples, &#195;&#169; isso a&#195;&#173;.&#039;); return false;&quot;&gt;Quote&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Wagner, e ainda existem organizações que querem saber o orçamento de um PCN sem fazer o BIA &#8230; quanta dificuldade de entender conceitos básicos. Parabéns pelo post, instrutivo e simples, é isso aí.
<div class="comment-remix-meta"><a href="#" class="replyto" onclick="replyto('177','Eduardo Neves'); return false;">Reply</a>  &#8211; <a href="#" class="quote" onclick="quote('177','Eduardo Neves','Wagner, e ainda existem organiza&Atilde;&sect;&Atilde;&micro;es que querem saber o or&Atilde;&sect;amento de um PCN sem fazer o BIA ... quanta dificuldade de entender conceitos b&Atilde;&iexcl;sicos. Parab&Atilde;&copy;ns pelo post, instrutivo e simples, &Atilde;&copy; isso a&Atilde;&shy;.'); return false;">Quote</a></div>
]]></content:encoded>
	</item>
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